#LABOMAR
A cearense Laianne Plácido Lima, de 25 anos, conquistou o sonho de ser aprovada em Medicina na Universidade Federal do Ceará (UFC), a mesma instituição onde sua mãe trabalha há 11 anos como auxiliar de serviços gerais no Instituto de Ciências do Mar (Labomar).
September 14, 2026 at 10:35 AM
Hj ostentando uma coquinha zero no RU do labomar
September 25, 2024 at 2:33 PM
Hoje participei de um evento incrível no Labomar UFC: "Para além das limpezas de praia: ciência e extensão no combate ao lixo marinho". Uma oportunidade de discutir soluções para proteger nossos oceanos! #meioambiente #defesadosoceanos #fortaleza #ciênciamarinha
September 20, 2024 at 4:36 PM
essa disputa de team benfica ou team pici no insta do ru é um mico já q o do labomar é o melhor de tds
September 12, 2024 at 4:57 PM
O candidato Eduardo Girão (NOVO) registrou seu voto na manhã deste domingo, 6, no Instituto Labomar, em Fortaleza. O candidato comentou que deve esperar o resultado das urnas para decidir sobre possível apoio no 2 turno.

🗳️Acompanhe a cobertura das Eleições 2024 em opovo.com.br
#Eleições2024OPOVO
October 6, 2024 at 12:30 PM
8th Fortaleza-Austral Spring School - September 2025
Where: Fortaleza, Brazil (+online)
About: Marine Animal Forests
www.even3.com.br/8-th-fortale...
@philebo73.bsky.social @tmlotufo.bsky.social @msoares.bsky.social
8 TH Fortaleza Austral Spring School 2025 - Labomar UFC
virão pessoas de fora de Fortaleza, vindas da Itália, Espanha, França, Chile e outras universidades do Brasil. Será um evento muito interessante, promovido...
www.even3.com.br
July 30, 2025 at 9:50 AM
Pesquisa realizada no Labomar/UFC, trata da evolução da conservação em territórios marinhos e costeiros do Brasil. Clique no link na bio e leia mais. | Foto: Maristela Crispim
bit.ly/3ZApdoD
#biodiversidadecosteira #biodiversidademarinha #conservação #litoral #nordeste #oceano #unidadedeconservacao
December 12, 2024 at 11:00 AM
fun fact: almocei em todos os RU da ufc (os 3 do pici, benfica, porangabussu e labomar)
September 19, 2024 at 1:05 PM
Os rios Cocó, Ceará e muitos outros em Fortaleza estão sendo envenenados por pesticidas devido às ligações clandestinas de esgoto. Todo mundo sabe disso, mas até quando vamos tolerar? Esse tema precisa estar nos debates! Pessoas dependem da pesca nesses rios para sobreviver.
Estudo inédito confirma contaminação de peixes e moluscos no delta do Parnaíba
| Ameaça | Realizada pelo Labomar da UFC e publicada em periódico científico internacional, análise revela rede complexa de poluição química ligada à falta de gerenciamento de resíduos sólidos e líqui...
www.opovo.com.br
September 26, 2024 at 9:43 PM
o ru do labomar parece uma lanchonete
September 12, 2024 at 3:40 PM
Echange Sud-Sud : Masuku – Fortaleza|🔴
- Echanges scientifiques dans le cadre du #JEAI_PRO2GMA
- Promouvoir les échanges et projets Afrique-Brésil sur la thématique des zones côtières humides et anthropisées
➡️ urls.fr/jUdPLc
@ird-fr.bsky.social @mioceanologie.bsky.social #LABOMAR #LARME #USTM
Echange Sud-Sud : Masuku - Fortaleza - Institut Méditerranéen d'Océanologie
urls.fr
May 21, 2025 at 8:49 PM
lindo o projeto do novo campus labomar… de quem foi???
September 16, 2024 at 1:08 AM
vamos!! avise qnd tiver no labomar e nos bares de fortal
September 25, 2024 at 5:43 PM
eu vou tomar o lugar do zé e serei a nova alma que assombra o labomar
September 25, 2024 at 3:08 PM
Tenho até sexta pra estudar e planejar 3 horas de aula pra poder viajar em paz no fim de semana, inclusive conhecerei o labomar (:
October 8, 2024 at 6:36 PM
3. E, como eu disse, a Lia cursa Medicina. Então, obviamente, ela ou é rica ou tá pagando com saúde mental.

Tá pagando com saúde mental, tá?! Na Estadual, aqui pertinho da minha casa — Sim, UFC, eu te traí. Eu nunca pisei no Labomar.
October 8, 2024 at 1:41 PM
no prédio das putas perto do labomar tá 1569 uma semaninha. só se eu virasse rapariga de alguém mesmo
September 25, 2024 at 12:30 AM
LABOMAR-UFC vence edital nacional e renova o único Programa Ecológico de Longa Duração no Ceará
Única iniciativa do Ceará aprovada na Chamada Pública CNPq/CONFAP-FAPs/PELD nº 23/2024, promovida pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e pelo Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (CONFAP), o Programa de Pesquisa Ecológica de Longa Duração (PELD) da Costa Semiárida do Brasil (CSB), realizado pelo Instituto de Ciências do Mar (LABOMAR), da Universidade Federal do Ceará (UFC), foi renovado e garantiu financiamento para mais quatro anos de atividades de pesquisa. Com a aprovação, o grupo de pesquisadores do LABOMAR receberá o aporte de R$ 300 mil da Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FUNCAP) e R$ 600 mil do CNPq para realizar atividades até 2028. Os trabalhos ocorrerão na Área de Proteção Ambiental do Rio Pacoti, com apoio da infraestrutura do Centro de Estudos Ambientais Costeiros (CEAC) do LABOMAR, no Eusébio. Iniciado pelo Governo Federal em 1997, por meio do CNPq, o PELD disponibiliza recursos para produção e manutenção de pesquisas científicas, bem como para a troca e articulação do conhecimento construído a partir desses estudos, em áreas de referência para a ecologia do país. Essas áreas são localidades não apenas situadas em diferentes ecossistemas e biomas brasileiros, mas onde há forte atuação e formação de profissionais especializados em pesquisa (sobretudo da pós-graduação). Arquipélago de Abrolhos (BA), APA Costa dos Corais (AL), Campos Rupestres da Serra do Cipó (MG), Mata Atlântica do Norte do Paraná (PR), Áreas Úmidas Amazônicas (AM) e, no Ceará, a Costa Semiárida do Brasil são alguns exemplos. O objetivo do PELD é contribuir para a construção de modelos sustentáveis de desenvolvimento, a partir da conservação da biodiversidade e do manejo sustentável dos ecossistemas. **DESTAQUE NO CEARÁ** – Aprovado em Chamada Pública do CNPq de 2020 e iniciado naquele mesmo ano, o PELD Costa Semiárida do Brasil é o primeiro Projeto de Pesquisa Ecológica de Longa Duração com sítio de pesquisa no Ceará e no litoral semiárido brasileiro. A intenção dos pesquisadores é compreender de que maneira a semiaridez e as mudanças ambientais afetam os sistemas socioecológicos costeiros – dos microrganismos aos seres humanos –, incluindo também a fauna e flora desses ambientes. A ação humana vem modificando os oceanos rapidamente, com consequências sociais, econômicas e ambientais graves que põem em risco a vida da humanidade e de todas as espécies do planeta. O projeto conta com uma rede de 50 colaboradores em diversas universidades do país e do exterior – incluindo, além da própria UFC, a Universidade Federal do Delta do Parnaíba (UFDPar); Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA); Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB); Universidade Autônoma de Barcelona (UAB, Espanha); e a Universidade de Salento (em Lecce, Itália). Também colaboram a ONG Aquasis e a Secretaria Municipal de Urbanismo e Meio Ambiente de Fortaleza (SEUMA). Nos últimos quatro anos, o PELD Costa Semiárida do Brasil realizou diversas atividades de campo e de laboratório, dando origem a 25 artigos publicados em periódicos nacionais e internacionais, duas teses de doutorado, quatro dissertações de mestrado, quatro trabalhos de conclusão de curso de graduação e dezenas de artigos e vídeos de divulgação. “É fundamental entendermos o impacto dos eventos climáticos extremos na dinâmica das populações de animais da nossa costa, bem como suas consequências para a sociedade. Por isso, o PELD no Ceará tem grande relevância”, reforça a oceanógrafa Ana Cecília Costa, bolsista de pós-doutorado pela FUNCAP. Nesse contexto, a renovação do projeto até 2028 se faz necessária tendo em vista a ocorrência cada vez mais frequente de eventos climáticos extremos – entre chuvas intensas e prolongadas, secas intensas e ondas de calor. “Isso tudo tem repercussões sobre o meio ambiente e a vida de comunidades, como a dos pescadores”, pontua o professor Marcelo Soares, coordenador do PELD Costa Semiárida do Brasil. Fonte:_  Marcelo Soares, professor do LABOMAR-UFC – fone: (85) 3366.7010 _
www.ufc.br
January 23, 2025 at 2:39 AM
Muito bonito o suposto projeto do Labomar, mas aquele rooftop sem (aparentemente) proteção não foi muito Setembro Amarelo da parte do Custódio.

Acho uma péssima ideia, péssima.
September 16, 2024 at 10:15 PM
Pesquisa da UFC identifica contaminação por substâncias tóxicas em caranguejos do Ceará
--- Foto: Lacor/Labomar/UFC Iguaria símbolo da cultura gastronômica cearense, o caranguejo movimenta uma importante cadeia produtiva, gerando emprego e renda à população e fortalecendo o turismo no Estado. Um estudo desenvolvido por pesquisadores da Universidade Federal do Ceará, contudo, constatou um quadro preocupante: caranguejos recolhidos no litoral de Fortim apresentaram níveis significativamente elevados de análogos de bisfenol A, uma classe de substâncias consideradas tóxicas e com potencial de desregular o sistema hormonal de humanos. Novos levantamentos apontam a contaminação em todos os manguezais estudados do Norte e Nordeste brasileiros. O estudo defende que os caranguejos funcionam como eficazes indicadores biológicos da poluição nos manguezais. A presença de bisfenóis no organismo desses crustáceos sinaliza uma deficiência no gerenciamento de resíduos sólidos e líquidos na região. Para os pesquisadores, parte dessa contaminação pode estar relacionada ao descarte inadequado de papéis térmicos, como comprovantes de cartão, recibos de caixas de supermercado e senhas de atendimento, que transportam derivados de bisfenol, conforme evidenciado por outro estudo recente da UFC. “O problema é quando esse material vai para o descarte. Se ele vai para um aterro sanitário ou reciclagem, tudo bem. Agora, se ele vai parar num lixão, ou em um aterro não controlado, aí é onde está o problema, pois as substâncias contidas nele vão chegar no ambiente”, alerta o professor Rivelino Cavalcante, do Instituto de Ciências do Mar (Labomar-UFC) e coordenador do estudo. A pesquisa conduzida pelo professor recolheu amostras dos caranguejos, em 2025, nos municípios de Fortim e Itapissuma (Pernambuco). As áreas foram escolhidas por representarem manguezais importantes do Nordeste brasileiro, mas com características e pressões ambientais diferentes. Este foi o primeiro estudo a analisar a presença destas substâncias no caranguejo através da urina e da hemolinfa (o referente ao “sangue” do crustáceo). Os resultados expuseram a presença das substâncias da família dos bisfenóis em ambos os líquidos, mas em concentrações consideravelmente maiores na hemolinfa, e em níveis mais elevados nos caranguejos de Fortim. A maior presença dos bisfenóis na hemolinfa, esclarece o estudo, indica que o contaminante está circulando pelo organismo do caranguejo, refletindo a maior exposição interna e a bioacumulação. Enquanto que a urina, por sua vez, representa principalmente o que está sendo eliminado. ALERTA PARA CONSUMIDORES Substâncias como o bisfenol A (BPA), o bisfenol F (BPF) e o bisfenol C (BPC), na maior parte das amostras, excederam a ingestão diária tolerável para seres humanos. Em alguns casos, as concentrações foram consideradas “alarmantes” pelos pesquisadores, como foi o caso do bisfenol F (BPF) nos crustáceos da espécie Cardisoma guanhumi de Fortim. A legislação brasileira atualmente proíbe somente o BPA, e especificamente para o uso em mamadeiras e utensílios voltados para a alimentação de lactentes e crianças de até 3 anos. Para os demais usos, o emprego da substância é aceitável desde que respeitados os limites máximos estabelecidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O BPA é uma substância capaz de interferir no funcionamento do sistema endócrino. Pesquisas relacionam sua exposição a alterações no sistema imunológico, problemas reprodutivos, distúrbios metabólicos e neurológicos, além de possíveis associações com o desenvolvimento de cânceres, incluindo os de próstata e mama. Rivelino Cavalcante problematiza o achado: “Isso é preocupante, porque o BPF vem sendo utilizado como substituto do BPA em diversos produtos, mas estudos científicos já indicam que ele também apresenta atividade de desregulação endócrina e pode causar efeitos tóxicos semelhantes. O estudo reforça justamente que substituir o BPA por outros bisfenóis não significa, necessariamente, eliminar o risco ambiental ou para a saúde”, analisa. O pesquisador pondera que o estudo não avaliou os efeitos dessa exposição em humanos, mas reforça que a exposição estimada através desses crustáceos pode ultrapassar o limite considerado seguro por órgãos internacionais. “Isso não quer dizer que uma pessoa terá um problema de saúde após consumir um único caranguejo, mas indica que o consumo frequente e contínuo de organismos contaminados pode aumentar o risco de efeitos associados aos desreguladores endócrinos, especialmente em grupos mais sensíveis, como crianças e gestantes”, avalia. RISCOS NO CALDO E NO PIRÃO O estudo destaca os riscos potenciais desses compostos não somente para os organismos marinhos, mas também para os consumidores humanos. E um hábito comum no Ceará pode potencializar esse perigo: o de consumir o caranguejo inteiro e usar a água do cozimento para fazer pirão ou molho. Isso porque parte dos contaminantes pode estar presente nos fluidos internos e em diferentes estruturas do animal. Durante o cozimento, esses compostos podem ser liberados para a água. Quando essa água é reutilizada no preparo de pirão, caldo ou molho, o consumidor não ingere apenas a carne, mas também substâncias que passaram para o líquido de cozimento. Cavalcante considera, todavia, que a pesquisa avaliou a presença de bisfenóis apenas em caranguejos vivos, antes do preparo para consumo. De acordo com ele, são necessários estudos específicos com alimentos preparados para confirmar se os contaminantes permanecem após o cozimento. CONTAMINAÇÃO NO NORTE E NORDESTE O professor destaca que Fortim está localizado no estuário do Rio Jaguaribe, uma região que recebe influência de atividades urbanas e agropecuárias, da carcinicultura e do turismo. Por consequência, sofre com o descarte de resíduos domésticos e industriais ao longo da bacia hidrográfica, em razão da deficiência no tratamento de resíduos sólidos e líquidos. “Todas essas fontes contribuem para a entrada de contaminantes, incluindo bisfenóis e outros, que acabam chegando aos manguezais. Como esses ecossistemas funcionam como áreas naturais de retenção de sedimentos, muitos contaminantes tendem a se acumular neles e podem ser incorporados pelos caranguejos durante sua alimentação e contato com o sedimento”, explica. Tanto Fortim como Itapissuma são áreas englobadas em um projeto mais amplo dos pesquisadores do Labomar, que está avaliando a ocorrência de bisfenóis e outros contaminantes em manguezais distribuídos ao longo da costa do norte e nordeste brasileira, desde o estado do Pará até o sul da Bahia. Até o momento, o projeto contempla cerca de 17 áreas de estudo e aproximadamente 300 caranguejos amostrados, constituindo, segundo os pesquisadores, uma das maiores avaliações já realizadas com essa abordagem. “Embora os resultados dos demais locais ainda estejam em fase de análise e publicação, já podemos adiantar que, pela primeira vez, detectamos a presença de bisfenóis em todos os manguezais estudados no Norte e Nordeste”, adianta o professor. AÇÕES NECESSÁRIAS O professor Rivelino Cavalcante ressalta que a principal contribuição da pesquisa é fornecer evidências científicas que possam subsidiar políticas públicas voltadas à proteção dos manguezais. “Os resultados mostram que os bisfenóis já estão presentes em organismos de manguezais, indicando que o gerenciamento de resíduos sólidos, o tratamento de esgoto e outras fontes de poluição precisam ser repensados para reduzir a entrada desses contaminantes no ambiente”, defende. Conforme ele, o estudo fornece uma base técnica para que órgãos ambientais e gestores públicos fortaleçam programas de monitoramento, fiscalização e conservação dos ecossistemas costeiros. O professor também defende a ampliação da vigilância para diferentes análogos de bisfenol e o estabelecimento de limites específicos da utilização desses compostos em alimentos, água, sedimentos e organismos consumidos “É fundamental exigir avaliação toxicológica antes da substituição de um bisfenol por outro”, reforça. RECOMENDAÇÕES Os pesquisadores reiteram que os resultados do estudo não recomendam a interrupção no consumo de caranguejos, mas lançam luz sobre a importância do monitoramento ambiental e da melhoria do saneamento, do tratamento de efluentes e da gestão adequada dos resíduos. “O caranguejo continua sendo um alimento importante para a cultura, a economia e a segurança alimentar de muitas comunidades. Os resultados do estudo servem como um alerta para que o poder público invista na redução da poluição que chega aos rios e manguezais”, afirma. Ele destaca a necessidade que as comunidades pesqueiras se envolvam na conservação desses ambientes para a proteção de sua fonte de alimento e renda. Já para os consumidores, os pesquisadores recomendam o acompanhamento das orientações dos órgãos de vigilância sanitária e ambientais, enquanto novas pesquisas ampliam o conhecimento sobre a exposição a esses contaminantes e seus possíveis efeitos ao longo do tempo. O artigo trazendo os referidos resultados foi publicado na revista internacional Marine Environmental Research. Também assinam como autores, além do professor Rivelino Cavalcante, os pesquisadores Tamyris Gondim, Gladston Junior e Francisco A.D. Filho. Reportagem: Sérgio de Sousa da Agência UFC
www.maiscariri.com
September 13, 2026 at 4:40 PM
Labomar recebe inscrições gratuitas para curso de Gestão de Riscos no Kitesurf
Estão abertas as inscrições para o **curso de Gestão de Riscos no Kitesurf** , que será realizado**de 27 a 31 de julho de 2026** , no Instituto de Ciências do Mar (Labomar) da Universidade Federal do Ceará (UFC). A capacitação é destinada a instrutores de kitesurf, guias de downwind e profissionais das forças de segurança. A programação prevê 20 horas de atividades presenciais, distribuídas entre aulas teóricas e práticas. As atividades teóricas serão realizadas nos dias 27, 28 e 30 de julho, das 18h às 22h, no Labomar/UFC (lavenida da Abolição, 3207, Meireles). Já as atividades práticas ocorrerão nos dias 29 e 31 de julho, das 8h às 12h, **sendo a programação do último dia realizada na Praia do Futuro**. A participação é gratuita. Aqueles que conseguirem aprovação e frequência integral nas atividades receberão certificado emitido pela UFC. As**inscrições** podem ser realizadas pela plataforma Even3. O curso integra as ações do projeto Kite Safe Brasil, vinculado ao Labomar/UFC, e tem como **objetivo apresentar procedimentos e protocolos relacionados à gestão de riscos na prática do kitesurf.** A capacitação abordará medidas de prevenção de acidentes e de promoção da segurança em ambientes de mar, rios e lagoas. O Ceará reúne alguns dos principais destinos para a prática do kitesurf no Brasil, atraindo praticantes de diferentes regiões do país e do exterior. Nesse contexto, iniciativas voltadas à prevenção de acidentes e à disseminação de boas práticas de segurança contribuem para a qualificação da atividade. Fonte: _Tommaso Giarrizzo, professor do Labomar/UFC - e-mail:tgiarrizzo@gmail.com_
www.ufc.br
July 24, 2026 at 2:05 AM