#Prodema
Guten Morgen. Der Tag startet mit Eiskaffee und Obst. Frühstück gibt's bei der Fortbildung nachher.
Heute Tag 2 von ProDeMa.
(Professionelles DeeskalationsManagment)
Meinem Hals geht's unverändert und Corona ist weiter negativ.
July 11, 2024 at 5:08 AM
Wenn du Seminare am selben Tag hälst wie Schalke spielt und es auch da schon um DIE MACHT geht
#S04 #S04SVE #Seminar #Prodema
November 10, 2023 at 2:58 PM
Viciado em usar o banheiro do prodema
September 12, 2024 at 5:38 PM
começando eles, os mais temidos: os processos de seleção de mestrado... esse mês não serei ninguém para que a vaga do prodema seja minha
September 3, 2024 at 1:57 AM
Aprender que tudo bem não tá pronto pra da um passo a frente é um divisor de águas né?

Quando decidi que talvez não era hora do mestrado e que não ia tentar o prodema eu achei que ficaria arrependido e etc, mas quer saber a verdade? Eu tô aliviado em saber que posso me preparar melhor
October 4, 2024 at 1:02 AM
İz Girişim, Londra’da 300.000 Avro’luk proje tamamladı

İz Yatırım Holding A.Ş, Londra'da yer alan bağlı ortaklığı İz Girişim ve Teknoloji Yatırımları A.Ş'nin, NARR Prodema ile 03.12.2024'te imzaladığı 300.000 avro bütçeli projenin 05.12.2025'te tamamlandığını açıkladı. Bu gelişme, şirketin…
İz Girişim, Londra’da 300.000 Avro’luk proje tamamladı
İz Yatırım Holding A.Ş, Londra'da yer alan bağlı ortaklığı İz Girişim ve Teknoloji Yatırımları A.Ş'nin, NARR Prodema ile 03.12.2024'te imzaladığı 300.000 avro bütçeli projenin 05.12.2025'te tamamlandığını açıkladı. Bu gelişme, şirketin uluslararası yatırım stratejileri açısından önemli bir adım olarak dikkat çekiyor. Detaylar için haberi inceleyin.
www.trakyalife.com
December 18, 2025 at 6:15 AM
Pesquisas da UFC revelam que Fortaleza perdeu 83,7% de sua cobertura vegetal nativa e identificam 60 áreas vulneráveis ao desmatamento
Duas pesquisas realizadas na Universidade Federal do Ceará (UFC) **sobre as áreas verdes na cidade de Fortaleza revelam que há apenas 16% de ecossistemas remanescentes na cidade** e identificam 60 áreas com vegetação vulneráveis ao desmatamento. Mapeamento realizado por Laymara Xavier Sampaio, no mestrado do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento e Meio Ambiente (PRODEMA) da UFC, identificou as áreas verdes remanescentes, que são **áreas com vegetação nativa** que sobreviveu ao crescimento da cidade, formando fragmentos de vegetação que compõem parte do patrimônio ecológico de Fortaleza. De acordo com os resultados, Fortaleza possui 6.098,45 hectares de áreas verdes naturais ou seminaturais, dos quais **2.185,83 não estão sob proteção do Sistema Nacional de Unidades de Conservação** (Lei nº 9.985, de 18 de julho de 2000 – SNUC). **O estudo verificou ainda que parte considerável da área que está dentro dos limites das unidades de conservação está atualmente desmatada.  ** Laymara Xavier Sampaio desenvolveu dissertação de mestrado no PRODEMA/UFC orientada pelo professor Marcelo Freire Moro, do Instituto de Ciências do Mar (LABOMAR/UFC), já publicada recentemente em artigo na _Revista Brasileira de Geografia_, do IBGE. Também assinam o artigo Marcelo Moro, Maria Elisa Zanella, Maria Ligia Farias Costa, Liana Rodrigues Queiroz e Manuella Maciel Gomes. Já a estudante Maria Lígia Farias Costa desenvolveu trabalho de conclusão do curso de Ciências Ambientais na UFC e identificou **quanto sobrou de cada tipo de ecossistema na cidade** , revelando que temos apenas 16% de ecossistemas remanescentes em Fortaleza. Esse estudo foi submetido para publicação em revista. De acordo com o professor e orientador das duas pesquisas Marcelo Moro, **Fortaleza é o 4º município mais populoso do Brasil, mas com poucas áreas verdes remanescentes**. “As áreas verdes são modernamente compreendidas como parte fundamental da malha urbana, fazendo parte de uma infraestrutura ambiental que oferece serviços ecossistêmicos importantes, como melhoria da qualidade do ar, redução de inundações, melhorias estéticas das cidades, redução das temperaturas extremas, com relevante melhoria do microclima urbano e redução das ilhas de calor na cidade, além de darem suporte à manutenção e conservação da biodiversidade nativa nas cidades”, explica. **ÁREAS PROTEGIDAS** – **Fortaleza tem oficialmente 14 unidades de conservação** (UC) que se dividem em: Áreas de Proteção Ambiental (APA), com total de 1.886,09 hectares; Áreas de Relevante Interesse Ecológico (ARIE), representando 133,35 hectares; e Parque Estadual ou Natural Municipal, com 1.897,18 hectares nos limites do município. Além disso, há 2.053,98 hectares dentro dos limites de APP, conforme a legislação federal, mas que estão fora dos limites de UC. Foram incluídos no estudo de Laymara Xavier Sampaio: 1– Parque Estadual do Cocó, 2 –Parque Natural Municipal da Sabiaguaba, 3 – ARIE da Floresta do Curió, 4 – ARIE das Dunas do Cocó, 5 – ARIE da Matinha do Pici, 6 – ARIE do Cambeba, 7 – ARIE Prof. Abreu Mattos, 8 – APA do Rio Pacoti, 9 – APA do Rio Maranguapinho, 10 – APA da Lagoa da Precabura, 11 – APA do Rio Ceará e 12 – APA da Lagoa da Maraponga. De acordo com a pesquisa, **a primeira na lista de degradação é a APA do Rio Maranguapinho** , que tem 62,5% da sua extensão já urbanizada, menos de um décimo (8,5%) com cobertura vegetal conservada e 28,9% restantes de área já com cobertura vegetal desmatada. “É importante destacar que as quatro UC mais desmatadas em Fortaleza são de categoria APA, mostrando a fragilidade que essa categoria tem na proteção aos ecossistemas”, afirma Laymara no estudo. A pesquisa identificou que,**ao redor do Parque Estadual do Cocó (PEC)** , considerado a maior e mais importante unidade de conservação na cidade de Fortaleza, há áreas vegetadas que permaneceram sem nenhuma proteção legal. A partir disso, **o estudo propõe a inclusão dessas áreas vegetadas como adições ao parque** , de modo a “ampliar a cobertura de áreas verdes protegidas dentro de Fortaleza e garantir a perpetuidade dessas áreas como ecossistemas protegidos na cidade”. **A pesquisa indica ainda que há fragmentos remanescentes de vegetação que não estão legalmente protegidos pelo Sistema Nacional de Unidades de Conservação**. São no total 2.184,4 hectares de áreas verdes remanescentes que estão vulneráveis legalmente e que futuramente poderão ser desmatadas. “Propomos aqui 60 áreas prioritárias para conservação de ecossistemas terrestres no município, que estão divididas entre o potencial para enquadramento como área protegida de uso sustentável (incluindo parque urbano) ou de preservação permanente”, conclui no estudo. Para identificar as áreas urbanizadas, foi realizada classificação de uso e cobertura da terra, **recorrendo a imagens do satélite** capturadas em 22 de junho de 2020. Para avaliar a configuração de áreas verdes remanescentes dentro das unidades de conservação e quanto sobrou de áreas verdes não protegidas dentro do município, foram utilizadas imagens de satélite e bases de dados geográficas oficiais do município e do Governo do Estado do Ceará. De acordo com o professor Marcelo Moro, **e****ssa pesquisa revelou dados que fornecem aos gestores públicos e à sociedade** fortalezense um retrato detalhado sobre as áreas verdes naturais remanescentes na cidade. “Podemos dizer que estamos em um momento crítico, onde a vasta maioria do município já foi desmatado e já perdemos muito do patrimônio ambiental da cidade. Infelizmente a história não foi generosa com a biodiversidade e os ecossistemas de nossa cidade. Espero que possamos reavaliar os rumos de nossas ações e criar uma cidade mais verde para que, em algumas décadas, entreguemos aos nossos filhos uma cidade mais ecológica e viva do que temos atualmente”, afirma. Fonte: _Prof. Marcelo Moro, do Instituto de Ciências do Mar (LABOMAR)/UFC – e-mail:marcelomoro@ufc.br _
www.ufc.br
October 22, 2024 at 11:54 AM
Pesquisas da UFC revelam que Fortaleza perdeu 83,7% de sua cobertura vegetal nativa e identificam 60 áreas vulneráveis ao desmatamento
Duas pesquisas realizadas na Universidade Federal do Ceará (UFC) **sobre as áreas verdes na cidade de Fortaleza revelam que há apenas 16% de ecossistemas remanescentes na cidade** e identificam 60 áreas com vegetação vulneráveis ao desmatamento. Mapeamento realizado por Laymara Xavier Sampaio, no mestrado do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento e Meio Ambiente (PRODEMA) da UFC, identificou as áreas verdes remanescentes, que são **áreas com vegetação nativa** que sobreviveu ao crescimento da cidade, formando fragmentos de vegetação que compõem parte do patrimônio ecológico de Fortaleza. De acordo com os resultados, Fortaleza possui 6.098,45 hectares de áreas verdes naturais ou seminaturais, dos quais **2.185,83 não estão sob proteção do Sistema Nacional de Unidades de Conservação** (Lei nº 9.985, de 18 de julho de 2000 – SNUC). **O estudo verificou ainda que parte considerável da área que está dentro dos limites das unidades de conservação está atualmente desmatada.  ** Laymara Xavier Sampaio desenvolveu dissertação de mestrado no PRODEMA/UFC orientada pelo professor Marcelo Freire Moro, do Instituto de Ciências do Mar (LABOMAR/UFC), já publicada recentemente em artigo na _Revista Brasileira de Geografia_, do IBGE. Também assinam o artigo Marcelo Moro, Maria Elisa Zanella, Maria Ligia Farias Costa, Liana Rodrigues Queiroz e Manuella Maciel Gomes. Já a estudante Maria Lígia Farias Costa desenvolveu trabalho de conclusão do curso de Ciências Ambientais na UFC e identificou **quanto sobrou de cada tipo de ecossistema na cidade** , revelando que temos apenas 16% de ecossistemas remanescentes em Fortaleza. Esse estudo foi submetido para publicação em revista. De acordo com o professor e orientador das duas pesquisas Marcelo Moro, **Fortaleza é o 4º município mais populoso do Brasil, mas com poucas áreas verdes remanescentes**. “As áreas verdes são modernamente compreendidas como parte fundamental da malha urbana, fazendo parte de uma infraestrutura ambiental que oferece serviços ecossistêmicos importantes, como melhoria da qualidade do ar, redução de inundações, melhorias estéticas das cidades, redução das temperaturas extremas, com relevante melhoria do microclima urbano e redução das ilhas de calor na cidade, além de darem suporte à manutenção e conservação da biodiversidade nativa nas cidades”, explica. **ÁREAS PROTEGIDAS** – **Fortaleza tem oficialmente 14 unidades de conservação** (UC) que se dividem em: Áreas de Proteção Ambiental (APA), com total de 1.886,09 hectares; Áreas de Relevante Interesse Ecológico (ARIE), representando 133,35 hectares; e Parque Estadual ou Natural Municipal, com 1.897,18 hectares nos limites do município. Além disso, há 2.053,98 hectares dentro dos limites de APP, conforme a legislação federal, mas que estão fora dos limites de UC. Foram incluídos no estudo de Laymara Xavier Sampaio: 1– Parque Estadual do Cocó, 2 –Parque Natural Municipal da Sabiaguaba, 3 – ARIE da Floresta do Curió, 4 – ARIE das Dunas do Cocó, 5 – ARIE da Matinha do Pici, 6 – ARIE do Cambeba, 7 – ARIE Prof. Abreu Mattos, 8 – APA do Rio Pacoti, 9 – APA do Rio Maranguapinho, 10 – APA da Lagoa da Precabura, 11 – APA do Rio Ceará e 12 – APA da Lagoa da Maraponga. De acordo com a pesquisa, **a primeira na lista de degradação é a APA do Rio Maranguapinho** , que tem 62,5% da sua extensão já urbanizada, menos de um décimo (8,5%) com cobertura vegetal conservada e 28,9% restantes de área já com cobertura vegetal desmatada. “É importante destacar que as quatro UC mais desmatadas em Fortaleza são de categoria APA, mostrando a fragilidade que essa categoria tem na proteção aos ecossistemas”, afirma Laymara no estudo. A pesquisa identificou que,**ao redor do Parque Estadual do Cocó (PEC)** , considerado a maior e mais importante unidade de conservação na cidade de Fortaleza, há áreas vegetadas que permaneceram sem nenhuma proteção legal. A partir disso, **o estudo propõe a inclusão dessas áreas vegetadas como adições ao parque** , de modo a “ampliar a cobertura de áreas verdes protegidas dentro de Fortaleza e garantir a perpetuidade dessas áreas como ecossistemas protegidos na cidade”. **A pesquisa indica ainda que há fragmentos remanescentes de vegetação que não estão legalmente protegidos pelo Sistema Nacional de Unidades de Conservação**. São no total 2.184,4 hectares de áreas verdes remanescentes que estão vulneráveis legalmente e que futuramente poderão ser desmatadas. “Propomos aqui 60 áreas prioritárias para conservação de ecossistemas terrestres no município, que estão divididas entre o potencial para enquadramento como área protegida de uso sustentável (incluindo parque urbano) ou de preservação permanente”, conclui no estudo. Para identificar as áreas urbanizadas, foi realizada classificação de uso e cobertura da terra, **recorrendo a imagens do satélite** capturadas em 22 de junho de 2020. Para avaliar a configuração de áreas verdes remanescentes dentro das unidades de conservação e quanto sobrou de áreas verdes não protegidas dentro do município, foram utilizadas imagens de satélite e bases de dados geográficas oficiais do município e do Governo do Estado do Ceará. De acordo com o professor Marcelo Moro, **e****ssa pesquisa revelou dados que fornecem aos gestores públicos e à sociedade** fortalezense um retrato detalhado sobre as áreas verdes naturais remanescentes na cidade. “Podemos dizer que estamos em um momento crítico, onde a vasta maioria do município já foi desmatado e já perdemos muito do patrimônio ambiental da cidade. Infelizmente a história não foi generosa com a biodiversidade e os ecossistemas de nossa cidade. Espero que possamos reavaliar os rumos de nossas ações e criar uma cidade mais verde para que, em algumas décadas, entreguemos aos nossos filhos uma cidade mais ecológica e viva do que temos atualmente”, afirma. Fonte: _Prof. Marcelo Moro, do Instituto de Ciências do Mar (LABOMAR)/UFC – e-mail:marcelomoro@ufc.br _
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October 22, 2024 at 11:54 AM
Doutorado em rede é uma delícia. Primeira semana de aula e a gente já vai viajar pra Teresina.

PRODEMA 🤍
April 3, 2025 at 9:57 PM
se foda o prodema quero saber de nada mais
October 1, 2024 at 12:57 PM
May 6, 2026 at 7:47 PM
April 10, 2026 at 12:05 AM
April 9, 2026 at 11:34 PM
Cour d’appel de Bordeaux, le 22 février 2024, n°22/01873

Sommaire rédigé par l’IA Référence de l'arrêt : Cour d'appel de Bordeaux, le 22 février 2024, n°22/01873 Synthèse des faits : La société Kaufman & Board a confié des travaux à la société PH Laurent, avec des panneaux fournis par la société…
Cour d’appel de Bordeaux, le 22 février 2024, n°22/01873
Sommaire rédigé par l’IA Référence de l'arrêt : Cour d'appel de Bordeaux, le 22 février 2024, n°22/01873 Synthèse des faits : La société Kaufman & Board a confié des travaux à la société PH Laurent, avec des panneaux fournis par la société Prodema. Des désordres sont apparus sur ces panneaux, conduisant à des échanges entre les parties et à des actions en justice.
kohenavocats.fr
December 3, 2024 at 9:28 PM
só consigo pensar em projeto que seria perfeito no prodema QUE INFERNO
September 10, 2024 at 1:16 AM
Microplásticos nos estuários: riscos para o meio ambiente e para a saúde

Entrevista com o professor do PRODEMA/UFMA, Marcelo Henrique Lopes Silva

www.youtube.com/watch?v=UcFU...
Microplásticos nos estuários: riscos para o meio ambiente e para a saúde
YouTube video by Universidade FM (106,9 MHz)
www.youtube.com
July 2, 2026 at 5:31 PM
Pesquisa da UFMA analisa sustentabilidade ambiental e insegurança alimentar no litoral amazônico

portalpadrao.ufma.br/universidade...
Pesquisa da UFMA analisa sustentabilidade ambiental e insegurança alimentar no litoral amazônico
PRODEMA
portalpadrao.ufma.br
May 26, 2026 at 6:03 PM
SEMANA DA ÁGUA: problemas estruturais persistem e causam sequelas sociais no Maranhão

Entrevista com o vice reitor da UFMA, pesquisador, professor do PRODEMA, Leonardo Soares

Confira!

portalpadrao.ufma.br/universidade...
March 19, 2026 at 2:22 PM
ESQUISTOSSOMOSE e SANEAMENTO: Os RISCOS à SAÚDE no bairro SÁ VIANA

A relação entre saneamento, ambiente e saúde pública, a partir de estudo realizado no bairro Sá Viana, com o doutorando do PRODEMA/UFMA, Alexandre Nava

www.youtube.com/watch?v=zSOM...
Esquistossomose e saneamento: os riscos à saúde no bairro Sá Viana
YouTube video by Universidade FM (106,9 MHz)
www.youtube.com
March 18, 2026 at 12:38 PM
UFMA aprofunda pesquisas sobre incidência e combate à esquistossomose no Sá Viana

Entrevista com o doutorando do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento e Meio Ambiente (Prodema) da UFMA, Alexandre Nava

Confira!

portalpadrao.ufma.br/universidade...
February 26, 2026 at 11:59 AM
March 8, 2026 at 11:13 PM
ProDeMa!
June 25, 2025 at 6:46 AM
juro que me identifico com TODAS as linhas de pesquisa do prodema, isso que é foda
September 18, 2024 at 2:48 PM