#Sebba
#黒執事 #blackbutler #kuroshitsuji
sebba painting practice
December 6, 2024 at 8:41 PM
🚓LETALIDADE POLICIAL | Mais de catorze anos depois, chega nesta quinta-feira (1) ao Tribunal de Júri de Goiás, o caso de Davi Sebba, advogado vítima de uma emboscada policial, segundo relatório de inquérito acessado pela Pública. Leia: http://dlvr.it/TVjrl9
September 30, 2026 at 8:27 PM
Sebb/Kuda daughter because you know those two have been hatefucking for years now. Following the family tradition, her name is Sebba 😌
September 12, 2026 at 1:26 PM
‘Self-portrait with a beer glass (Berlin).’ #Painting by Siegfried Sebba [1928] #art
March 17, 2025 at 1:27 PM
Fui no Mudhoney em 2001 com o saudoso Jardel Sebba. Espetáculo de show, valeu cada segundo, passei os três dias seguintes com o tímpano zoado. Recomendo demais.
Mudhoney em março no Brasil!

São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte!
October 9, 2024 at 2:18 AM
The upside down book club
November 15, 2024 at 8:29 PM
Burkina Faso 🇧🇫
Video published by JNIM of their 22.01 attack on Security Forces positions at Sebba.
February 10, 2025 at 8:17 PM
Caso Davi Sebba: policiais acusados de matar advogado há 14 anos vão a júri popular em Goiânia
Caso Davi Sebba: PMs acusados de matar advogado vão a júri | G1
O Caso Davi Sebba chega a júri popular em Goiânia 14 anos após a morte do advogado, ocorrida na mesma noite do nascimento de seu filho.
g1.globo.com
October 1, 2026 at 12:50 PM
Now for Anne Sebba and Kate Williams, exploring The Women’s Orchestra of Auschwitz
April 27, 2025 at 12:06 PM
Duas horas. Essa é a contagem do tempo que separa a execução do advogado Davi Sebba e o nascimento de seu primeiro e único filho, Gabriel Davi. Foi no dia 5 de julho de 2012, por volta das 18 horas, que Sebba saiu de casa e foi até o hipermercado Carrefour, em Goiânia, para comprar os últimos itens necessários ao nascimento do primogênito. No estacionamento da loja, porém, houve um suposto confronto com três policiais militares, que resultou em uma vítima fatal. Entre 19h10 e 19h11 Davi Sebba foi atingido por um tiro no coração. Mais de catorze anos depois, o caso chega nesta quinta-feira, 1° de outubro, ao Tribunal do Júri de Goiás. De acordo com o relatório do inquérito ao qual a **Agência Pública** teve acesso, Sebba sofreu uma emboscada e foi executado. O homicídio aconteceu horas após outro assassinato. Em plena via pública, o radialista Valério Luiz, sem antecedentes criminais, foi morto a tiros, caso que só foi julgado em 2022. Em 2012, sob o governo de Marconi Perillo, que à época era filiado ao PSDB e hoje é novamente candidato ao cargo pelo mesmo partido, Goiás registrou uma taxa de 44,3% de assassinatos para cada 100 mil habitantes, levando o estado a figurar em 4º lugar no ranking de mais violento do país, segundo dados do Mapa da Violência 2014. Naquela época, a região teve 1.297 homicídios dolosos. Em relação ao número de pessoas mortas em confronto com a Polícia Militar, foram 6 em 2011 e 17 em 2012, de acordo com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. A organização registra, também, que no mesmo ano já era considerada “baixa” a classificação de qualidade na transparência de informações sobre mortes perpetradas por policiais. Não à toa, a morte de Sebba ilustra a questão. No seu caso, respondem pelos crimes de homicídio qualificado, fraude processual, porte ilegal de arma de fogo com numeração raspada, disparo de arma de fogo e usurpação de função pública os policiais Jhonatas Atenevir Jordão, Edinailton Pereira de Souza e o soldado Luiz Frederico Oliveira. Eles são acusados, principalmente, de terem feito uma emboscada e executado Sebba. O agente Jordão foi condenado na Justiça Federal em 2012 em um caso sobre espionagem envolvendo policiais federais. A sentença foi definida pelos crimes de organização criminosa e corrupção passiva. ## **O caso de Davi Sebba** De acordo com depoimentos incluídos no relatório da investigação, Jordão e Edinailton se deslocaram até o hipermercado, onde encontraram o soldado, para fazer uma abordagem a Sebba. O advogado estava sendo monitorado pela Polícia Federal (PF) em uma investigação por tráfico de entorpecentes e teria ido ao local para vender um tablete de maconha. A perícia, entretanto, não encontrou nenhuma droga no carro, nem na residência de Sebba. A investigação não chegou a ser concluída por causa de sua morte. Na versão dos policiais militares, o confronto no supermercado ocorreu porque o advogado reagiu a aproximação e arrancou com o veículo que dirigia, motivo pelo qual foram feitos os disparos, que acertaram principalmente as rodas traseiras do carro. Apesar disso, a vítima teria continuado em fuga, tendo colidido o automóvel com uma barraca de coco. Ao ser retirado do veículo por um segurança do Carrefour, os policiais notaram um revólver em cima do banco do passageiro. O policial Jordão, no entanto, teria percebido antes a arma e, por isso, efetuou o tiro que vitimou Sebba. As conclusões registradas no relatório da investigação assinado pelo delegado Murilo Polati contrastam com a versão dos acusados. A autoridade concluiu que Sebba “foi executado, uma vez que não teve possibilidade alguma de reação no momento da abordagem policial”, que também não se deu “exatamente no local mencionado pelos policiais e pelo suposto comprador”. Advogado Davi Sebba era monitorado pela Polícia Federal, mas investigação não encontrou entorpecentes em seu carro nem na sua casa Atesta, ainda, que a arma encontrada no carro foi “plantada pelos policiais militares envolvidos na abordagem”, que “alteraram sobremaneira a cena do crime, recolhendo todos os estojos de munição existentes no local”. A questão impossibilitou, inclusive, a realização de outros exames de balística para comprovar o verdadeiro autor do disparo que tirou a vida do advogado. Segundo Polati, os policiais fizeram uma “grave alteração do estado original das coisas”: retiraram o corpo da vítima de dentro do veículo, vasculharam o interior do carro, removeram a chave de ignição e abriram a tampa do porta-malas. A perícia também não encontrou pólvora em seus dedos, nem “fragmentos de impressões papilares apropriados para confronto na arma de fogo” encontrada no interior do veículo, o que significa que Sebba não tocou no referido objeto. O delegado registrou, ainda, que “a quebra de sigilo dos dados telefônicos de Jordão e Edinailton demonstrou que eles conversaram entre eles dez vezes” quando já estavam no hipermercado, “o que demonstra claramente que cada um estava em um ponto diferente do estacionamento aguardando a chegada da vítima, e não juntos conforme aduziram em seus depoimentos e também aos peritos”. O Conselho Nacional de Direitos Humanos manifestou repúdio ao caso. Segundo o órgão, “a minimização da violação de direitos humanos pela estigmatização e criminalização da vítima é notória e se repete como outros casos de violências causadas por agentes estatais”. ## **Federalização de crimes da PM de Goiás** Naquele mesmo dia, horas antes de se reunir com Jordão, o agente Edinailton esteve na cena de outro crime, ocorrido no mesmo dia, 5 de julho de 2012: o assassinato do comentarista esportivo Valério Luiz, morto enquanto saía da emissora de rádio em que trabalhava. Segundo o Ministério Público do estado, a motivação do crime teria sido críticas feitas pelo radialista contra a direção do clube Atlético Goianiense. “Ele [Edinailton] procurou câmeras ao redor da cena [do homicídio] para ver se tinha alguma. Com certeza foi na intenção de pegar essas imagens, qualquer imagem que existisse, e sumir com elas”, disse à **Pública** Valério Luiz Filho, advogado e filho do radialista. Os casos de Davi Sebba e Valério Luiz chegaram a integrar um relatório produzido em 2012 pelo deputado estadual Mauro Rubem (PT), então presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembléia Legislativa do Estado de Goiás, e pelo Movimento Nacional de Direitos Humanos (hoje Conselho Nacional de Direitos Humanos). O documento serviu de base para o pedido de federalização (transferência da investigação de um crime da Justiça Estadual para a Justiça Federal, a Polícia Federal e o Ministério Público Federal) de 30 crimes cometidos por policiais militares da corporação goiana, que envolviam tortura, homicídios e desaparecimentos forçados. Os casos reuniam sobretudo agentes da ROTAM (Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas). O grupo foi criado com base na doutrina da Rota da Polícia Militar de São Paulo, mantendo uma adequação às necessidades do Centro-Oeste. Na época, os agentes da Rotam estavam lotados no Comando de Missões Especiais (CME) da Polícia Militar do Estado de Goiás. O setor incorporava, também, o Batalhão de Choque e o Grupo de Radiopatrulhamento Aéreo (GRAER). O CME era chefiado pelo então coronel Wellington Urzêda, atual vereador de Goiânia pelo Partido Liberal (PL) e atual candidato à deputado estadual pela mesma sigla. Letalidade policial quase triplicou em 2012, ano do crime ## **CME-2** Neste Comando havia ainda um grupo de inteligência formado por 16 policiais, entre eles Edinailton (envolvido no caso de Davi Sebba), Ademá Figueredo e Djalma Gomes da Silva. Os dois últimos foram réus no julgamento do assassinato de Valério Luiz. Figueredo foi apontado como autor dos disparos e condenado a 16 anos de reclusão; Djalma, acusado de ter auxiliado no planejamento do homicídio e atrapalhado as apurações, foi absolvido. Comandados pelo capitão Durvalino Câmara dos Santos Júnior, também piloto do GRAER, o coletivo de inteligência era chamado de CME-2. Foi Santos Júnior quem recebeu no dia 5 de julho de 2012 uma ligação do policial federal Rômulo Mendonça Bailão informando que Sebba estaria no hipermercado para vender o entorpecente. Bailão pediu para que uma equipe fosse deslocada até o local para prender o suspeito e Santos Júnior determinou as instruções iniciais para a operação. De acordo com o relato do capitão, tais informações foram obtidas por escutas telefônicas autorizadas judicialmente e faziam parte de uma grande operação desencadeada pela corporação federal. Ainda segundo o depoimento de Santos Júnior, “era normal a troca de informações com outras corporações de segurança”. Policiais militares, no entanto, não têm competência para participarem de investigações. A questão foi endereçada no relatório final do caso, cujo teor a **Pública** teve acesso. “Ao final, cumpre ressaltar que a função dos policiais militares lotados no setor de inteligência daquela instituição é a de investigar os seus próprios pares em razão das condutas ilícitas por ele cometidas, e não a de investigação de crimes comuns, função esta atribuída constitucionalmente às Polícias Judiciárias”, escreveu o delegado Murilo Polati no documento. Em 2011, um ano antes da execução do advogado, o Capitão Durvalino Câmara dos Santos Júnior foi preso durante a Operação Sexto Mandamento, realizada pela Polícia Federal, Ministério Público e Poder Judiciário em Goiás. No total, 19 policiais militares foram presos sob suspeita de integrarem um grupo de extermínio. Atualmente, Santos Júnior é Chefe do Estado-Maior Estratégico da Polícia Militar do Estado de Goiás.
apublica.org
September 30, 2026 at 8:11 PM
New episode! Biographer Anne Sebba has written a new book we thought would interest you, The Women's Orchestra of Auschwitz. Anne sat down with us for a conversation about this book, her previous books, and her process.
Episode 263: A conversation with Anne Sebba: The Women's Orchestra of Auschwitz
We wrap up Women's History Month with this bonus episode, a very...very rare author interview with Anne Sebba. We talk about her newest book, her former books, and her process.
thehistorychicks.com
March 31, 2025 at 3:26 PM
Ich empfehle zum Einstieg Sebba (2007), Spelling and Society. Es gibt breit aufgefächerte linguistische Forschung zu Orthographie als sozialer Praxis und insbesondere zu den Zusammenhängen zwischen normierten Schreibweisen und ihrer historischen Verbindung zu Sprachideologie und Präskriptivismus.
March 22, 2024 at 12:56 PM
THE WOMEN’s ORCHESTRA OF AUSCHWITZ
Anne Sebba in conversation with Prof Kate Williams
1pm, Sun 27 April | British Library & Online

Individual pass: £12
Day pass: £30
Weekend pass: £50
BOOK NOW: histfest.org/histfest-2025/ #HistFest2025
April 13, 2025 at 9:53 AM
Appropriate Eurostar reading
September 29, 2024 at 1:18 PM
Great to see this article out! Wonderful work by Doron Shiffer-Sebba @shdoron1.bsky.social on the bureaucratic practices that help elite families to preserve large fortunes.

journals.sagepub.com/doi/10.1177/...
March 18, 2025 at 9:17 PM
[7.9.33 cont.]
Sebba spoke very pessimistically about Germany. He said..
The regime will maintain itself for a while with tyranny and the most extreme coercive measures like...perhaps last the winter, perhaps even longer—but then there will be an unimaginable and bloody chaos.
July 9, 2025 at 1:07 PM
I had the great pleasure of interviewing Anne Sebba about her powerful new book, The Women’s Orchestra of Auschwitz.
Interview: Anne Sebba
How to do justice to the lives and histories of the women's orchestra of Auschwitz
open.substack.com
June 14, 2025 at 6:24 AM
It's so cute to me if she kidnaps a woman, and she can clearly tell Sebba is inquest and extremely weird. Said character is sure she'll die, but instead, she gets groped by a delighted, horny asura. She's not evil, but her methods are what she learned as "correct." Which is kidnapping and noncon.
September 30, 2026 at 7:40 PM
It's March in @the-bookseller.bsky.social preview land: my #nonfiction Editor's Choices are books by @jallenpaisant.bsky.social @joedunthorne.bsky.social Caroline Elton Merlin Hanbury Tension was Cordelia Fine @ianleslie.bsky.social Owen Hatherley Liliane Lijn Anne Sebba Gabriel Weston
December 6, 2024 at 10:20 AM
03.10 #BurkinaFaso
JNIM issued a statement claiming a multiple IED attack on a Security Forces convoy between Dori and Sebba.
October 4, 2025 at 6:28 AM
14.01 #BurkinaFaso
JNIM has claimed responsibility for ambushing a VDP militia patrol in the Sebba area close to the border with Niger.
January 16, 2026 at 7:05 AM
"Here was a living witness to hell; by playing the cello as a 17-year-old teenager, Lasker-Wallfisch had survived." www.dailymail.co.uk/home/you/art...
How I reunited two members of the women-only Auschwitz orchestra
In researching her father's WW2 experiences, Anne Sebba found a link to a group of concentration-camp musicians, and met its remarkable remaining players
www.dailymail.co.uk
March 10, 2025 at 10:21 AM