#Xenotransplante
#Saúde 🐖 Paciente vive 271 dias com rim de porco e recebe órgão humano

🇧🇷 Tim Andrews é o 1º humano a fazer transição depois de xenotransplante suíno; brasileiro está na equipe que liderou o processo

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Paciente vive 271 dias com rim de porco e recebe órgão humano
Tim Andrews é 1º humano a fazer transição depois de xenotransplante suíno; brasileiro está na equipe que liderou o processo. Leia no Poder360.
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September 6, 2026 at 5:57 PM
Paciente vive 271 dias com rim de porco e recebe órgão humano
Paciente vive 271 dias com rim de porco e recebe órgão humano
Tim Andrews é 1º humano a fazer transição depois de xenotransplante suíno; brasileiro está na equipe que liderou o processo. Leia no Poder360.
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September 6, 2026 at 1:51 PM
Hombre vivo 271 días con riñón de cerdo modificado, rompiendo récord y generando esperanza en xenotrasplante. 🐖💉 #Xenotransplante https://fefd.link/H6UOU
September 5, 2026 at 1:44 PM
O caso é o período mais longo que uma pessoa ficou sem diálise após um xenotransplante
Homem sobrevive 9 meses com rim de porco até receber órgão humano
O caso é o período mais longo que uma pessoa ficou sem diálise após um xenotransplante
atarde.com.br
September 5, 2026 at 1:32 PM
Paciente viveu por 271 dias com rim de porco geneticamente modificado em caso histórico de xenotransplante. O procedimento pioneiro representa um avanço crucial para o futuro da medicina e ajuda a reduzir as filas de espera por doadores.
🦁🦁🦁
September 4, 2026 at 11:45 AM
Primeiro porco clonado no Brasil para xenotransplante é eutanasiado por falta de verba e será exposto no Museu da USP

O primeiro porco clonado no Brasil, nascido em abril de 2026 em Piracicaba (SP), foi eutanasiado no final de julho, conforme informou o pesquisador Ernesto Goulart, responsável…
Primeiro porco clonado no Brasil para xenotransplante é eutanasiado por falta de verba e será exposto no Museu da USP
O primeiro porco clonado no Brasil, nascido em abril de 2026 em Piracicaba (SP), foi eutanasiado no final de julho, conforme informou o pesquisador Ernesto Goulart, responsável pelo estudo de xenotransplante da Universidade de São Paulo (USP). O animal, que esteve saudável durante todo o período de pesquisa e cumpriu os objetivos científicos previstos, teve sua morte antecipada em cerca de dois meses devido à falta de recursos financeiros para a continuidade do projeto. O suíno, que representou um avanço significativo na área de transplantes de órgãos entre espécies, será preservado por meio de taxidermia e exposto no Museu de Zoologia da USP, em São Paulo.
ulti.com.br
August 8, 2026 at 9:51 PM
Morre porco clonado em projeto da USP para transplante de órgãos em humanos
O animal fazia parte do projeto que pretende gerar clones de suínos geneticamente modificados | Foto: Reprodução: Redes Sociais No fim de julho, pesquisadores do Centro de Ciência para Desenvolvimento de Xenotransplante da USP (XenoBR) realizaram a eutanásia do primeiro porco clonado pelo grupo. O animal fazia parte do projeto que pretende gerar clones de suínos geneticamente modificados para produzir órgãos que possam ser utilizados no transplante em humanos.O animal nasceu em 24 de março deste ano em Piracicaba, a 160 km da capital paulista. Ele estava saudável e sem intercorrências da clonagem, segundo Ernesto Goulart, pesquisador do Centro de Estudos do Genoma Humano e de Células-Tronco (CEGH-CEL) do Instituto de Biociências da USP e um dos coordenadores do projeto.Após constatar que ele havia atingido a maturação sexual —período em que os órgãos já ficam em tamanho adequado para captação para seres humanos—, a equipe decidiu eutanasiá-lo em 28 de julho, aos quatro meses e quatro dias.O porco pesava 84 quilos, ante 1,75 kg ao nascer, e era mantido em uma unidade experimental na Cidade Universitária, no Butantã, zona oeste de São Paulo."O nascimento do primeiro porco clonado foi um marco que validou o esforço da equipe e provou que a técnica de clonagem desenvolvida do zero funcionava", afirma Goulart.Segundo o pesquisador, a etapa foi bem-sucedida, o que também foi evidenciado pelo nascimento de um segundo clone —este morreu pouco depois.A decisão de eutanasiar o primeiro porco foi motivada também pelos custos de mantê-lo no biotério, de acordo com Goulart. Os ensaios iniciais previam sobrevida do animal de até sete meses."Tudo envolve custos, precisamos manter uma equipe, pagar insumos, manter a infraestrutura. E o projeto está em um momento em que precisamos fazer essa contenção de gastos para conseguir sobreviver até alguma liberação de recursos de projetos já aprovados, mas cujos pagamentos ainda não foram liberados", diz ele."Acredito que a gente acelerou um pouco [eutanásia], mas sem nenhum prejuízo aos dados principais da pesquisa nem à integridade e bem-estar do animal."A falta de verba pode afetar também alunos de pós-graduação envolvidos na pesquisa, afirma Mayana Zatz, geneticista do CEGH-CEL. "Tivemos muitos alunos na equipe que saíram porque as bolsas acabaram. Algumas vão até dezembro, mas muitos deles já estão procurando outras oportunidades."Fontes de recursosCom apoio de agências federais e estaduais, como CNPq, Ministério da Saúde, Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Fapesp e USP, a equipe avalia que a demora na liberação de recursos já aprovados pode pôr a pesquisa em risco. O animal —o primeiro porco clonado da América Latina, segundo os cientistas—, representa uma etapa na trajetória brasileira em direção aos xenotransplantes.Estados Unidos e China já realizaram xenotransplantes, técnica que consiste no transplante de órgãos entre espécies diferentes."Esse tipo de pesquisa científica inovadora e com potencial de retorno para a sociedade leva muito tempo. Não é algo que em quatro anos temos um resultado. Os EUA e a China estudam há 30 anos, e nós conseguimos, em seis, gerar clones saudáveis", afirma Goulart.Um dos desafios para o transplante de órgãos suínos em humanos é a rejeição imunológica. Para tentar contorná-la, pesquisadores utilizam edição genética para inativar genes suínos associados à rejeição e inserir genes humanos.No projeto brasileiro, essa etapa ainda não começou e aguarda recursos, diz o pesquisador. "O próximo passo essencial é clonar embriões que já tenham passado pela edição genética." O grupo também busca certificações de organismos geneticamente modificados na CTNBio (Comissão Técnica Nacional de Biossegurança).Em nota, a Fapesp afirma que apoia o projeto desde 2022, com vigência prevista até maio de 2027. "Todos os apoios previstos no termo de outorga do projeto estão sendo honrados pela Fapesp, incluindo 32 bolsas de pesquisa. Não há contingenciamento", diz a agência. Segundo a fundação, a coordenação solicitou recursos adicionais, pedido que está em análise.O Ministério da Saúde é responsável pelo apoio de três projetos em andamento associados à pesquisa. A pasta declara, em nota, que já liberou R$ 6,15 milhões de um total aprovado de R$ 11,6 milhões."Os valores são repassados via CNPq, que é o parceiro operacional, conforme previsto na chamada pública e de acordo com o andamento das etapas científicas. A liberação é condicionada ao cumprimento do cronograma de metas, à aprovação das prestações de contas das etapas já executadas e à disponibilidade orçamentária do exercício vigente", diz a pasta.Acervo de museuDepois da eutanásia, o corpo do porco foi encaminhado ao MZUSP (Museu de Zoologia da USP), na zona sul de São Paulo, onde será taxidermizado e incorporado ao acervo expositivo."Quando eles nos procuraram, ficamos muito felizes e honrados", afirma Isabel Landim, diretora da Divisão de Difusão Cultural do MZUSP.A expectativa é que o animal esteja em exposição até o fim deste ano. Além do espécime taxidermizado, o espaço deve apresentar materiais sobre sua importância para a ciência brasileira."Queremos desmistificar a ideia de que a ciência é ‘imediata’ e ilustrar que o processo científico é lento, complexo, cheio de tentativas e erros", diz Landim.
tribunaonline.com.br
August 8, 2026 at 1:42 PM
Que mané xenotransplante bixo nao deu certo em nenhum lugar ainda. Que negocio nada a ver
August 2, 2026 at 11:54 AM
Argentina da un gran paso en xenotrasplantes con un cerdo clonado en la UBA, ofreciendo esperanza a más de 7,000 personas en lista de espera para trasplantes. Un avance que podría salvar vidas. #Xenotransplante #Salud #Innovación
Argentina da un gran paso en xenotrasplantes con un cerdo clonado en la UBA, ofreciendo esperanza a
buenasnoticias24.com
July 6, 2026 at 8:05 PM
livre-docência

"...defendido em 1967, e continuou a carreira com a livre-docência na Faculdade de Medicina da USP. Raia foi..." ocorreu em:
Morreu Silvano Raia, pioneiro no transplante de fígado na América Latina, aos 95 anos
Raia foi o primeiro no mundo a fazer transplante de fígado inter-vivos. E, no fim de Março deste ano, liderou a iniciativa que criou o primeiro porco clonado da América Latina para xenotransplante.
www.publico.pt
April 28, 2026 at 10:22 PM
O #porco #clonado nasceu num #laboratório em #Piracicaba (SP) e representa um marco crucial para o avanço de um projeto ambicioso em curso no país: gerar suínos geneticamente modificados capazes de fornecer #órgãos para #transplantes em humanos (#xenotransplante) sem provocar #rejeição imunológica
Pesquisadores brasileiros clonam primeiro porco da América Latina para transplante de órgãos
O porco é potencial doador para xenotransplante devido às semelhanças de tamanho e funcionamento de órgãos com os dos humanos, mas seu genoma precisa ser editado para evitar rejeição
conexaoplaneta.com.br
April 24, 2026 at 1:01 PM
🐷 USP anunciou a primeira clonagem de porco na América Latina. O leitão será usado para transplante em humanos e foi produzido no Centro de Ciência para o Desenv. em Xenotransplante.

A técnica remove genes suínos ligados à rejeição dos órgãos e insere genes humanos para aumentar a compatibilidade.
April 23, 2026 at 2:28 PM
Brasil cria o primeiro porco clonado da América Latina com o objetivo de fornecer órgãos para o SUS; entenda
Pesquisadores vinculados ao Centro de Ciência para o Desenvolvimento em Xenotransplante (XenoBR), da Universidade de São Paulo (USP), celebraram um resultado aguardado há quase seis anos: o grupo conseguiu obter o primeiro porco clonado no Brasil e na América Latina. O animal nasceu em um laboratório do Instituto de Zootecnia da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (IZ-Apta), em Piracicaba, no interior de São Paulo, e representa um marco crucial para o avanço de um projeto ambicioso em curso no país: gerar suínos geneticamente modificados capazes de fornecer órgãos para transplantes em humanos sem provocar rejeição imunológica. Em entrevista à agência FAPESP, Ernesto Goulart, professor do Instituto de Biociências (IB) da USP e principal pesquisador do Centro de Ciência para o Desenvolvimento (CCD), financiado pela fundação, disse que a clonagem de suínos é uma das técnicas mais difíceis de serem dominadas para viabilizar o xenotransplante — transferência de órgãos entre diferentes espécies. “Sabíamos que essa etapa representaria um dos maiores desafios no projeto, até porque, embora o Brasil tenha vasta experiência na clonagem de bovinos e equinos, ainda não tem com suínos, considerados os animais mais desafiadores para essa técnica por razões biológicas ainda não totalmente compreendidas”, disse Goulart. Há anos, os porcos têm sido escolhidos como potenciais doadores para xenotransplante por causa das semelhanças de tamanho e funcionamento de seus órgãos com os dos humanos, porém, se fossem transplantados diretamente, seriam rejeitados imediatamente pelo sistema imune humano. Por isso, o genoma do animal precisa ser editado. Os pesquisadores inativaram três genes suínos que induzem a rejeição e empregaram sete genes humanos nas células suínas para torná-las mais compatíveis com o organismo do receptor. Os embriões resultantes dessas edições foram transferidos para fêmeas híbridas (linhagens Landrace e Large White) e, após uma gestação de quase quatro meses, o primeiro clone de suíno nasceu saudável, com 1,7 kg. “O fato de o animal estar supersaudável mostra que nossa técnica funciona. Já temos outras gestações em andamento, o que reforça que dominamos o processo”, comemora Goulart. O pesquisador afirma ainda que é possível aproveitar qualquer tecido ou órgão dos suínos clonados para xenotransplante, entretanto, a princípio, eles escolheram rim, córnea, coração e pele porque juntos atendem 94% da demanda do Sistema Único de Saúde (SUS), responsável pelo financiamento e pela realização de 90% a 96% dos transplantes de órgãos no Brasil. Já há estudos clínicos sendo conduzidos nos Estados Unidos, China e até mesmo no Brasil a fim de viabilizar essa tecnologia. “Os dois primeiros casos foram de transplantes cardíacos e os pacientes sobreviveram por volta de 60 dias. Também teve um transplante de rim cujo paciente sobreviveu meses e veio a falecer posteriormente em razão de um infarto não relacionado ao transplante, e outro paciente em que o rim funcionou por mais de 270 dias e depois ele retornou para diálise”, explica Goulart. Mais Lidas
epocanegocios.globo.com
April 24, 2026 at 3:58 AM
Brasil cria o primeiro porco clonado da América Latina com o objetivo de fornecer órgãos para o SUS; entenda
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dlvr.it
April 23, 2026 at 12:46 PM
Entenda por que porcos são a espécie considerada mais viável para transplante em humanos
Entenda por que porcos são a espécie considerada mais viável para transplante em humanos | G1
Semelhanças anatômicas, fisiológicas e a facilidade de manejo o tornam ideal. O xenotransplante deu um passo importante no Brasil após o nascimento de Boreal, o primeiro porquinho clonado.
g1.globo.com
April 21, 2026 at 7:22 AM
O Vaticano reafirmou que não há impedimento religioso para que católicos recebam órgãos ou tecidos de animais em tratamentos médicos. A prática, chamada xenotransplante.

Matéria completa - regisandrade.com.br/vaticano-con...

#Vaticano #xenotransplante #igrejacatólica #medicina #transplante
March 25, 2026 at 10:46 PM
Estudo com participação da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP detalha reação do sistema imune ao transplante de rim de porco em humanos e aponta necessidade de controlar a imunidade inata
Como nosso sistema imune reage ao recebermos rim de porco?
Pesquisadores analisaram resposta ao xenotransplante de porco geneticamente modificado em paciente vivo, ajudando a pensar estratégias para conter rejeição e inflamação persistente
jornal.usp.br
January 23, 2026 at 12:15 PM
Como nosso sistema imune reage ao recebermos rim de porco

Pesquisadores analisaram resposta imunológica ao xenotransplante de porco geneticamente modificado em um paciente vivo, ajudando a pensar estratégias para conter rejeição e inflamação persistente

jornal.usp.br/ciencias/com...
Como nosso sistema imune reage ao recebermos rim de porco?
Pesquisadores analisaram resposta ao xenotransplante de porco geneticamente modificado em paciente vivo, ajudando a pensar estratégias para conter rejeição e inflamação persistente
jornal.usp.br
January 22, 2026 at 2:23 PM