#bossoni
南林間唯一(かもしれない)のおしゃれカフェ
☕ BOSSONI COFFEE
January 31, 2026 at 1:13 PM
mi mancano solo i due bossoni finali in Elden Ring, ma credo di avere bisogno di una pausa 🤣
July 4, 2026 at 9:24 AM
'Quero que ela volte a sorrir novamente', diz marido de jovem que perdeu movimentos após passeio em montanha-russa
Marido fala sobre estado de saúde de jovem após acidente no Hopi Hari | G1
O acidente no Hopi Hari na montanha-russa Montezum é investigado pelo Ministério Público enquanto Júlia Bossoni luta para recuperar os movimentos e a fala.
g1.globo.com
September 22, 2026 at 9:01 AM
📍相模市南林間 / BOSSONI COFFEE
・エチオピア
・*nico*さんのビスコッティー5種詰め合わせ
最近は東林間だったり南林間だったり新しいお店続々オープンしてますね

店内は広く落ち着いた雰囲気で読書や作業にも向いてそうです

コーヒーも美味しかったけどビスコッティがめちゃくちゃ美味しかった!
#coffee #カフェ
#相模市 #南林間
#BOSSONICOFFEE
March 14, 2026 at 4:16 AM
Traumatismo por 'contragolpe': entenda lesão cerebral sofrida por jovem após andar em montanha-russa
Acidente no Hopi Hari: entenda lesão cerebral sofrida por jovem | G1
Laudo médico apontou que Júlia Bossoni sofreu traumatismo cranioencefálico provocado por movimentos bruscos de aceleração e desaceleração; caso é investigado pelo Ministério Público.
g1.globo.com
September 24, 2026 at 9:13 AM
Entenda em cinco pontos o que aconteceu com a jovem que perdeu os movimentos após andar em montanha-russa do Hopi Hari
O Ministério Público de São Paulo (MPSP) investiga o caso de Júlia Rimoli Bossoni, de 28 anos, que teve de retirar parte do crânio durante um procedimento cirúrgico e perdeu parte dos movimentos do corpo após andar em uma montanha-russa do Hopi Hari, parque no interior do estado de São Paulo. O acidente aconteceu em 20 de abril deste ano, quando a jovem embarcou na atração do parque consciente e, ao final do passeio, aparece já desacordada em vídeos das câmeras de segurança. Entenda o caso em cinco pontos. Casal foi ao brinquedo duas vezes Segundo o depoimento do marido de Júlia, João Pedro Bossoni, ao MPSP, obtido pelo GLOBO, o passeio no parque começou sem maiores problemas. Durante o dia, o casal foi em outros brinquedos, até que, no fim da tarde, João Pedro se lembrou que tinha direito a uma promoção do passaporte VIP e decidiram andar novamente na Montezum, considerada a maior montanha-russa de madeira da América Latina, com cerca de 42 metros de altura e velocidade máxima de até 103 km/h. O casal já tinha ido ao brinquedo às 11h da manhã e decidiram ir novamente por volta das 16h30. "Só percebi a situação quando a gente chegou, sentou, e parou a montanha-russa. Na hora que ela parou, a Júlia estava convulsionando, já, com os olhos para cima e foi acionado o socorro, que eles demoraram 5 a 10 minutos para chegar. Depois a gente foi para o ambulatório do Hopi Hari. Lá eles não conseguiram colocar oxigênio nela, não conseguiram recuperar ela e ela foi encaminhada via ambulância para a Santa Casa de Vinhedo. E lá tinha uma equipe de neurologistas, eles fizeram a retirada do crânio do lado direito dela devido a um hematoma subduralno lóbulo frontal craniano", relatou em depoimento. Traumatismo causado por movimentos durante ida na montanha-russa Como mostrou o Fantástico, os primeiros exames feitos pela equipe médica da unidade mostraram uma hemorragia intracraniana e um grande edema cerebral. Por causa desse quadro, ela precisou ser operada às pressas. "Foi uma craniectomia descompressiva. Essa cirurgia visa a retirada de uma grande porção da calota craniana para permitir o cérebro fazer esse processo de inchaço", disse ao programa o neurocirurgião Victor Batistela. Júlia passou 57 dias internada em Vinhedo. O diagnóstico foi de traumatismo cranioencefálico, o TCE. Segundo o laudo médico emitido pelo especialista, o traumatismo de Júlia foi causado por mecanismo de contragolpe durante ida na montanha-russa. Perda de movimentos e fala prejudicada João relatou que, após o acontecido, a esposa perdeu os movimentos do lado esquerdo. A jovem já não consegue falar espontaneamente e apenas responde algumas perguntas, além de também ter adquirido dificuldade na alimentação. A família afirma que Júlia não tinha doenças pré-existentes e que se recupera em casa aos cuidados da mãe e do marido. Ausência de imagens O Ministério Público de São Paulo abriu uma investigação para apurar o caso e pediu uma perícia na montanha-russa. Um dos pedidos do MPSP é o esclarecimento sobre as imagens do percusso do trajeto do brinquedo. O marido de Júlia afirma que a atração possui um sistema de captura de fotos na descida para comercialização aos usuários, mas o Hopi Hari nega a existência de tais registros. O processo continua em andamento. O que diz o parque Em nota enviada ao GLOBO, o Hopi Hari afirmou que a Montezum possui certificação internacional emitida pelo grupo TÜV Nord e que as inspeções são feitas anualmente. Informou também que segue rigorosamente as normas nacionais para parques de diversões e que placas e avisos sonoros alertam sobre restrições: "A atração consta como radical, pela força e movimentos nela envolvidos, e contraindicando para pessoas com problemas na coluna, gestantes e portadores de condições clínicas específicas". O parque também relatou que, recentemente, o Ministério Público emitiu parecer sobre a atração enfatizando não haver risco coletivo, defeito no projeto da montanha-russa ou qualquer negligência. Leia nota na íntegra "A Montezum Possui certificação internacional emitida pelo Grupo TUV Nord, uma das maiores organizações de inspeção e testes de atrações do mundo. As inspeções acontecem anualmente no caso de atrações radicais como a Montezum, e bianuais, em atrações de baixa complexidade. Outros importantes protocolos de segurança, treinamento de pessoal e de atenção ao visitante fazem parte da rotina diária do Hopi Hari em todas as suas atrações. O parque também segue rigorosamente a norma nacional para parques de diversões "ABNT NBR 15926-2023 Equipamentos de Parques de Diversão. Antes mesmo de acessar a Montezum, placas contendo dados sobre a atração estão colocadas em pontos de fácil visualização para que todos os visitantes tenham informações claras e detalhadas sobre o funcionamento da montanha-russa, além de recomendações e restrições. Ainda quando estão na fila para acessar a atração, um sistema de áudio destaca as recomendações e restrições. E, no momento do embarque, os operadores da atração também reforçam as informações, por meio de um sistema de som. Os procedimentos seguem normas internacionais adotadas em atrações ao redor do mundo e integram rotinas obrigatórias de segurança e operação. De janeiro de 2026 até o momento, mais de 870 mil pessoas frequentaram o parque e, deste total, aproximadamente 470 mil pessoas passaram pela atração, a mais visitada do Hopi Hari.Também é importante destacar que, recentemente, o Ministério Público emitiu parecer sobre a atração enfatizando não haver risco coletivo, defeito no projeto da montanha russa ou qualquer negligência. No texto do parecer, o MP destaca "a regularidade do funcionamento da atração "Montezum" sob a ótica da tutela coletiva e difusa da segurança e saúde dos consumidores". O parecer acrescenta, ainda, que "o estabelecimento prestador do serviço adota protocolos rigorosos de prevenção, manutenção e segurança operacional. E enfatiza que "a montanha-russa "Montezum" é submetida a rotinas periódicas de inspeção técnica diária , abrangendo a estrutura de madeira, trilhos, fixações, travas de segurança, cintos, sensores fotoelétricos, painéis elétricos e sistemas de frenagem, com supervisão por equipe de engenharia e certificações técnicas pertinentes. Ademais, constata-se a existência de sinalização visual e sonora no local, informando previamente a classificação da atração como radical, as forças e movimentos nela envolvidos, além das expressas contra indicações de uso a pessoas com problemas na coluna, gestantes e portadores de condições clínicas específicas", descreve o parecer. As placas indicativas com as informações nelas contidas, também estão anexadas neste email. O Hopi Hari esclarece ainda que a visitante do Paraná acessou a atração por duas vezes no mesmo dia de sua visita ao parque, conforme imagens anexadas. A primeira ida à Montezum ocorreu às 11h da manhã e a segunda, cerca de cinco horas depois, por volta de 16h30 do mesmo dia. O episódio envolvendo a jovem paranaense ocorreu em sua segunda passagem pela atração, quando apresentou um quadro de convulsão e recebeu pronto atendimento das equipes do parque, seguindo todos os protocolos de segurança. A providência inicial foi prestar os primeiros socorros no ambulatório do parque. A visitante foi encaminhada para a Santa Casa de Vinhedo, onde permaneceu internada até apresentar condições de retorno à sua cidade. A direção do parque acompanhou de perto o tratamento prestado, sempre em contato com os familiares, custeando as despesas durante a permanência em Vinhedo. Vale ressaltar que o departamento jurídico do Hopi Hari também manteve contato com os familiares da visitante paranaense para o suporte necessário durante todo o processo de atendimento da paciente em seu tratamento. O corpo jurídico, assim como a direção do parque, seguem à disposição da família da visitante. Importante destacar também que o Hopi Hari dispõe de um seguro que foi franqueado à família. O Hopi Hari segue investindo em normas, procedimentos e treinamentos visando a segurança das atrações do parque que, nos últimos 5 anos, já recebeu mais de 5,5 milhões de visitantes. Sobre as ocorrências mencionadas de anos anteriores, esclarecemos que os dados pertencem a gestões passadas. A atual administração tem seu foco estrito na rigorosa cultura de segurança implementada nos últimos 5 anos, responsável por receber mais de 5,5 milhões de visitantes de forma segura".
dlvr.it
September 21, 2026 at 9:21 PM
Família diz que Hopi Hari cortou ajuda a jovem ferida em montanha-russa
Família diz que Hopi Hari cortou ajuda a jovem ferida em montanha-russa
A família de Júlia Bossoni, a jovem que perdeu movimentos após sofrer um traumatismo cranioencefálico na montanha-russa Montezum, no Hopi Hari, afirma que o parque cortou a assistência financeira após a alta hospitalar.
noticias.uol.com.br
September 21, 2026 at 6:22 PM
Do nada ele tem doença de Parkinson?

A mão de Collor não treme nem de nervoso

Pelo contrário. Ele tem a "mão leve" do ladrão

bronstein.com.br/saude/doenca...
Parkinson: conheça a doença e saiba como identificar sinais iniciais | Bronstein
Autor: Dr. Alexandre Bossoni Médico Neurologista Doença de Parkinson é um distúrbio neurológico que causa sintomas característicos, como movimentos não intencionais ou incontroláveis, tremores, rigide...
bronstein.com.br
April 26, 2025 at 12:48 PM
Traumatismo por 'contragolpe': entenda lesão cerebral sofrida por jovem após andar em montanha-russa
Acidente no Hopi Hari: entenda lesão cerebral sofrida por jovem | G1
Laudo médico apontou que Júlia Bossoni sofreu traumatismo cranioencefálico provocado por movimentos bruscos de aceleração e desaceleração; caso é investigado pelo Ministério Público.
g1.globo.com
September 24, 2026 at 9:10 AM
Acidente no Hopi Hari: montanha-russa já foi alvo de outras denúncias antes de caso que deixou jovem em estado grave
Acidente no Hopi Hari: atração já foi alvo de outras denúncias graves | G1
Investigação sobre o caso de Júlia Bossoni revela histórico de tetraplegia e lesões na coluna na montanha-russa Montezum do Hopi Hari.
g1.globo.com
September 23, 2026 at 9:10 AM
Acidente no Hopi Hari: montanha-russa já foi alvo de outras denúncias antes de caso que deixou jovem em estado grave
Acidente no Hopi Hari: atração já foi alvo de outras denúncias graves | G1
Investigação sobre o caso de Júlia Bossoni revela histórico de tetraplegia e lesões na coluna na montanha-russa Montezum do Hopi Hari.
g1.globo.com
September 23, 2026 at 9:01 AM
“Efeito chicote”: entenda qual tipo de lesão uma montanha-russa pode causar
"Efeito chicote": entenda qual tipo de lesão uma montanha-russa pode causar | CNN Brasil
Julia Rimoli Bossoni, de 28 anos, perdeu os movimentos do lado esquerdo do corpo após andar no brinquedo; especialistas alertam sobre complicações
www.cnnbrasil.com.br
September 22, 2026 at 7:35 AM
Após denúncia da mãe, Hopi Hari diz que vai custear despesas de jovem que perdeu movimentos ao andar em motanha-russa
Hopi Hari decide custear despesas de jovem ferida na Montezum | G1
Parque admitiu "lacuna" na assistência após alta de Júlia Bossoni, de 21 anos. Pagamento de despesas essenciais será retroativo desde a alta hospitalar; processo de indenização con
g1.globo.com
September 22, 2026 at 12:11 PM
Montanha-russa pode causar lesões no cérebro e na coluna?
Andar de montanha-russa pode causar lesões no cérebro e na coluna? Entenda
Júlia Bossoni, 28, sofreu hemorragia e edema cerebral após andar na Montezum, do Hopi Hari
www1.folha.uol.com.br
September 21, 2026 at 10:29 PM
Andar de montanha-russa pode causar lesões no cérebro e na coluna? Entenda
Andar de montanha-russa pode causar lesões no cérebro e na coluna? Entenda
Júlia Bossoni, 28, sofreu hemorragia e edema cerebral após andar na Montezum, do Hopi Hari
www1.folha.uol.com.br
September 21, 2026 at 10:44 PM
'Quero que ela volte a sorrir novamente', diz marido de jovem que perdeu movimentos após passeio em montanha-russa
Marido fala sobre estado de saúde de jovem após acidente no Hopi Hari | G1
O acidente no Hopi Hari na montanha-russa Montezum é investigado pelo Ministério Público enquanto Júlia Bossoni luta para recuperar os movimentos e a fala.
g1.globo.com
September 22, 2026 at 9:17 AM
Hopi Hari: o que se sabe sobre o caso da jovem que perdeu os movimentos após andar em montanha-russa
Hopi Hari: o que se sabe sobre o caso da jovem que perdeu os movimentos após andar em montanha-russa | GZH
Júlia Rimoli Bossoni ficou 57 dias internada; episódio ocorrido em abril foi divulgado neste domingo (20) no "Fantástico"
gauchazh.clicrbs.com.br
September 21, 2026 at 6:26 PM
Mãe de jovem que perdeu movimentos após andar em montanha-russa diz que Hopi Hari cortou ajuda após alta
Hopi Hari: mãe de jovem que perdeu movimentos diz que ajuda parou | G1
A família de Júlia Bossoni, ferida na montanha-russa Montezum do Hopi Hari, afirma que o parque suspendeu a assistência médica e financeira após a alta hospitalar.
g1.globo.com
September 21, 2026 at 12:07 PM
Mãe de jovem que perdeu movimentos após andar em montanha-russa diz que Hopi Hari cortou ajuda após alta
Hopi Hari: mãe de jovem que perdeu movimentos diz que ajuda parou | G1
A família de Júlia Bossoni, ferida na montanha-russa Montezum do Hopi Hari, afirma que o parque suspendeu a assistência médica e financeira após a alta hospitalar.
g1.globo.com
September 21, 2026 at 11:50 AM
Montanha-russa do Hopi Hari é investigada após jovem sofrer traumatismo cranioencefálico e perder movimentos; entenda o caso
A Montezum, montanha-russa de madeira do Hopi Hari, em Vinhedo, São Paulo, é alvo de investigação do Ministério Público de São Paulo (MPSP) após a jovem Júlia Bossoni, de 21 anos, sofrer um traumatismo cranioencefálico depois de andar na atração. Ela ficou 57 dias internada após apresentar convulsões e ser diagnosticada com hemorragia intracraniana e edema cerebral. Segundo a família, Júlia perdeu os movimentos do lado esquerdo do corpo, passou a ter dificuldades para falar e apresentou alterações de memória. A investigação inclui uma perícia na montanha-russa solicitada pelo MPSP. Segundo informações do g1, o Hopi Hari afirma que prestou atendimento à jovem, acompanhou a internação e que a Montezum passa por inspeções e possui certificação internacional de segurança. O que é a Montezum Inaugurada em 1999, junto com a abertura do Hopi Hari, a Montezum tem 42,4 metros de altura e 1.030 metros de extensão. O percurso dura 58 segundos e o trem chega a 103 km/h. A atração foi construída em 18 meses e, segundo informações publicadas pelo próprio parque, sua construção envolveu 1,5 mil funcionários, 235 blocos de concreto, 690 toneladas de madeira e equipamentos, cinco milhões de parafusos e mais de mil tubulações subterrâneas. O nome é inspirado no imperador asteca Moctezuma II, conhecido popularmente como Montezuma. A estrutura de madeira também explica parte do movimento percebido pelos passageiros. O próprio Hopi Hari afirma que a oscilação é esperada nesse tipo de equipamento: "Por ter seus trilhos feitos de madeira, é normal que o trem balance um pouco durante o percurso, totalmente comum em todas as Montanhas Russas desse mesmo tipo". Segundo dados divulgados pelo parque em 2022, a Montezum recebia, em média, 600 visitantes por hora de funcionamento, chegando a aproximadamente 5 mil pessoas por dia. Em 2021, a atração recebeu uma certificação internacional de segurança emitida pelo grupo europeu TÜV NORD. Originalmente, a montanha-russa funcionava com cinco vagões acoplados, com capacidade para até 30 pessoas por trem. Os vagões foram retirados posteriormente. Atualmente, a atração opera com dois trens, que juntos comportam até 48 pessoas. O caso de Júlia Bossoni Júlia passou mal em abril de 2026, depois de andar na Montezum. Quando retornou à plataforma, estava desacordada e sofreu convulsões. Ela foi levada para a Santa Casa de Vinhedo, onde recebeu o diagnóstico de hemorragia intracraniana e edema cerebral e precisou passar por cirurgia. A internação durou 57 dias. Júlia Rimoli Bossoni Reprodução Um laudo médico apontou traumatismo cranioencefálico associado a um mecanismo de contragolpe durante o passeio. De acordo com a família, depois do episódio Júlia perdeu os movimentos do lado esquerdo do corpo, passou a ter dificuldades para falar e apresentou alterações de memória. O Hopi Hari afirma que Júlia, visitante do Paraná, entrou na Montezum duas vezes no mesmo dia. Segundo o parque, a primeira passagem ocorreu às 11h e a segunda, aproximadamente cinco horas depois, por volta das 16h30. O episódio aconteceu durante a segunda passagem. De acordo com a empresa, Júlia apresentou uma convulsão durante o segundo passeio e recebeu atendimento imediato das equipes, com os primeiros socorros realizados no ambulatório. Depois, foi encaminhada para a Santa Casa de Vinhedo, onde permaneceu internada até ter condições de voltar à cidade onde mora. O parque diz que acompanhou o tratamento, manteve contato com os familiares e custeou as despesas da família durante a permanência em Vinhedo. O departamento jurídico, segundo a empresa, também manteve contato com os familiares e continua à disposição. O Hopi Hari acrescenta que disponibilizou um seguro à família. Mãe diz que assistência foi interrompida Em entrevista à EPTV, Danielle Rimolli, mãe de Júlia, afirmou em 21 de setembro que o parque deixou de prestar assistência depois que a filha recebeu alta. Segundo ela, o apoio financeiro do Hopi Hari teria se limitado aos 57 dias iniciais de internação. — Eles acionaram o seguro exclusivamente para pagar nossa hospedagem e alimentação por dois meses em Vinhedo. Para a Júlia, não foi feito absolutamente nada. Eles sumiram e não deram mais um centavo — afirma Danielle. Danielle também afirmou que representantes do parque haviam prometido uma ajuda financeira semanal para despesas como fraldas, medicamentos e cadeira de rodas, mas que deixaram de responder à advogada da família. Segundo ela, o único pagamento feito depois da alta, já no Paraná, foi de R$ 7 mil, destinado ao transporte de ambulância. Para conseguir atendimento com uma equipe de neurocirurgiões especializados que não atendem pelo plano de saúde, a família desembolsou R$ 70 mil. O valor foi obtido por meio de uma vaquinha. O que diz o Hopi Hari Em nota, o parque afirmou que a Montezum possui certificação internacional emitida pelo Grupo TÜV NORD e que atrações radicais como ela passam por inspeções anuais. As atrações consideradas de menor complexidade, segundo a empresa, são inspecionadas a cada dois anos. O Hopi Hari também diz manter protocolos de segurança, treinamento de funcionários e procedimentos de atenção aos visitantes, além de seguir a norma ABNT NBR 15926-2023, Equipamentos de Parques de Diversão. O parque afirma ainda que existem placas com informações sobre funcionamento, recomendações e restrições antes do acesso à atração. Na fila, um sistema de áudio reforçaria essas orientações e, no momento do embarque, os operadores repetiriam as recomendações por meio de sistema de som. Segundo o Hopi Hari, os procedimentos seguem normas internacionais de segurança. Entre janeiro de 2026 e o momento da reportagem, mais de 870 mil pessoas haviam visitado o Hopi Hari, segundo a nota do parque. Aproximadamente 470 mil passaram pela Montezum, descrita pela empresa como a atração mais visitada do complexo. O Hopi Hari também afirma que o Ministério Público emitiu recentemente um parecer no qual não identificou risco coletivo, defeito no projeto da montanha-russa ou negligência. O parque reproduziu um trecho segundo o qual foi analisada “a regularidade do funcionamento da atração "Montezum" sob a ótica da tutela coletiva e difusa da segurança e saúde dos consumidores". Em outro trecho atribuído ao parecer, consta que “o estabelecimento prestador do serviço adota protocolos rigorosos de prevenção, manutenção e segurança operacional”. A nota também reproduz uma descrição de inspeções técnicas diárias que incluem a estrutura de madeira, trilhos, fixações, travas de segurança, cintos, sensores fotoelétricos, painéis elétricos e sistemas de frenagem, sob supervisão de equipe de engenharia e com certificações técnicas.
dlvr.it
September 22, 2026 at 6:12 AM
Jovem perde movimentos após andar em montanha-russa no Hopi Hari
Julia Rimoli Bossoni, de 28 anos, teria sofrido traumatismo craniano após andar na montanha-russa Montezum | Foto: - Reprodução / Hopi Hari A Polícia Civil e o Ministério Público de São Paulo investigam um incidente em que uma jovem perdeu parte dos movimentos após uma volta na montanha-russa Montezum, localizada no parque de diversões Hopi Hari, em Vinhedo, interior de São Paulo.O caso foi registrado em 20 de abril deste ano e foi divulgado no domingo, 20, pelo Fantástico, da TV Globo. A administradora Julia Rimoli Bossoni, de 28 anos, visitava o parque de diversões com o marido. Ela sofreu traumatismo craniano.Em nota, o Hopi Hari disse que a Montezum possui certificação internacional emitida pelo Grupo TUV Nord, que o parque segue protocolos de segurança, com o treinamento de pessoal, e que o parque também segue rigorosamente a norma nacional para parques de diversões."O episódio envolvendo a jovem paranaense ocorreu em sua segunda passagem pela atração, quando apresentou um quadro de convulsão e recebeu pronto atendimento das equipes do parque, seguindo todos os protocolos de segurança. A providência inicial foi prestar os primeiros socorros no ambulatório do parque", disse.Conforme a nota, a visitante foi encaminhada para a Santa Casa de Vinhedo, onde permaneceu internada até apresentar condições de retorno à sua cidade. "A direção do parque acompanhou de perto o tratamento prestado, sempre em contato com os familiares custeando as despesas durante a permanência em Vinhedo", ressaltou.De acordo com o marido de Julia Rimoli, João Pedro Bossoni Dionisio, o traumatismo craniano na mulher foi "decorrente dos fortes impactos e solavancos da atração".Júlia passou 57 dias internada em Vinhedo, depois foi transferida para Londrina, no Paraná.DiligênciasEm manifestação protocolada em 24 de agosto de 2026, a 2ª Promotoria de Justiça de Vinhedo solicitou o retorno dos autos à Delegacia de Polícia de Vinhedo para o cumprimento de uma série de diligências:Perícia Técnica na Atração e Maquinário: O Ministério Público requereu o acionamento do Instituto de Criminalística (IC) para realizar perícia técnica no carrinho utilizado pela vítima e na estrutura da montanha-russa Montezum. O objetivo é checar as condições de manutenção, funcionamento, falhas de segurança ou riscos estruturais capazes de causar lesões semelhantes.Exame de Corpo de Delito Indireto (IML): O envio da integralidade dos prontuários médicos da vítima ao Instituto Médico-Legal (IML) para a confecção do laudo de exame indireto, a fim de atestar formalmente a natureza e a gravidade das lesões.Requisição de Prontuários Médicos: A expedição de ofícios para obtenção da cópia integral dos prontuários de atendimento do ambulatório do Hopi Hari, da Santa Casa de Vinhedo e do Hospital Unimed de Londrina.Esclarecimentos sobre o Sistema de Imagens: A notificação oficial do parque Hopi Hari para prestar esclarecimentos detalhados sobre o funcionamento do sistema de fotos comerciais da atração. A empresa alegou a inexistência de câmeras no trajeto de descida, enquanto a defesa da vítima aponta a presença de um ponto de captura de imagens comercializado no local (Montezum).Defesa pede períciaA defesa de Júlia pede que a polícia realize uma perícia in loco na montanha-russa Montezum "para catalogar, fotografar e inspecionar fisicamente todos os sensores, câmeras e dispositivos de captação de imagens existentes no percurso, de forma a confrontar as informações prestadas pela administração do parque com a estrutura física instalada".De acordo com a Polícia Civil de São Paulo, o processo estava em andamento no Juizado Especial Criminal (Jecrim) de Vinhedo e retornou recentemente à Delegacia de Vinhedo com a solicitação de novos documentos e perícia na atração. A Polícia Civil aguarda o laudo da perícia técnica.Leia a nota do Hopi Hari na íntegra:A Montezum Possui certificação internacional emitida pelo Grupo TUV Nord, uma das maiores organizações de inspeção e testes de atrações do mundo. As inspeções acontecem anualmente no caso de atrações radicais como a Montezum, e bianuais, em atrações de baixa complexidade. Outros importantes protocolos de segurança, treinamento de pessoal e de atenção ao visitante fazem parte da rotina diária do Hopi Hari em todas as suas atrações. O parque também segue rigorosamente a norma nacional para parques de diversões "ABNT NBR 15926-2023 Equipamentos de Parques de Diversão".Antes mesmo de acessar a Montezum, placas contendo dados sobre a atração estão colocadas em pontos de fácil visualização para que todos os visitantes tenham informações claras e detalhadas sobre o funcionamento da montanha russa, além de recomendações e restrições. Ainda quando estão na fila para acessar a atração, um sistema de áudio destaca as recomendações e restrições. E, no momento do embarque, os operadores da atração também reforçam as informações, por meio de um sistema de som.Os procedimentos seguem normas internacionais adotadas em atrações ao redor do mundo e integram rotinas obrigatórias de segurança e operação. De janeiro de 2026 até o momento, mais de 870 mil pessoas frequentaram o parque e, deste total, aproximadamente 470 mil pessoas passaram pela atração, que é a mais visitada do Hopi Hari.Também é importante destacar que, recentemente, o Ministério Público emitiu parecer sobre a atração enfatizando não haver risco coletivo, defeito no projeto da montanha russa ou qualquer negligência. No texto do parecer, o MP destaca "a regularidade do funcionamento da atração "Montezum" sob a ótica da tutela coletiva e difusa da segurança e saúde dos consumidores". O parecer acrescenta, ainda, que "o estabelecimento prestador do serviço adota protocolos rigorosos de prevenção, manutenção e segurança operacional".E enfatiza que "a montanha-russa "Montezum" é submetida a rotinas periódicas de inspeção técnica diária , abrangendo a estrutura de madeira, trilhos, fixações, travas de segurança, cintos, sensores fotoelétricos, painéis elétricos e sistemas de frenagem, com supervisão por equipe de engenharia e certificações técnicas pertinentes. Ademais, constata-se a existência de sinalização visual e sonora no local, informando previamente a classificação da atração como radical, as forças e movimentos nela envolvidos, além das expressas contra indicações de uso a pessoas com problemas na coluna, gestantes e portadores de condições clínicas específicas", descreve o parecer. As placas indicativas com as informações nelas contidas, também estão anexadas neste email.O Hopi Hari esclarece ainda que a visitante do Paraná acessou a atração por duas vezes no mesmo dia de sua visita ao parque, conforme imagens anexadas. A primeira ida à Montezum ocorreu às 11h da manhã e a segunda, cerca de cinco horas depois, por volta de 16h30 do mesmo dia.O episódio envolvendo a jovem paranaense ocorreu em sua segunda passagem pela atração, quando apresentou um quadro de convulsão e recebeu pronto atendimento das equipes do parque, seguindo todos os protocolos de segurança. A providência inicial foi prestar os primeiros socorros no ambulatório do parque. A visitante foi encaminhada para a Santa Casa de Vinhedo, onde permaneceu internada até apresentar condições de retorno à sua cidade. A direção do parque acompanhou de perto o tratamento prestado, sempre em contato com os familiares, custeando as despesas durante a permanência em Vinhedo.Vale ressaltar que o departamento jurídico do Hopi Hari também manteve contato com os familiares da visitante paranaense para o suporte necessário durante todo o processo de atendimento da paciente em seu tratamento. O corpo jurídico, assim como a direção do parque, seguem à disposição da família da visitante. Importante destacar também que o Hopi Hari dispõe de um seguro que foi franqueado à família.O Hopi Hari segue investindo em normas, procedimentos e treinamentos visando a segurança das atrações do parque que, nos últimos 5 anos, já recebeu mais de 5,5 milhões de visitantes.
tribunaonline.com.br
September 21, 2026 at 6:29 PM