#bossoni
Traumatismo por 'contragolpe': entenda lesão cerebral sofrida por jovem após andar em montanha-russa
Acidente no Hopi Hari: entenda lesão cerebral sofrida por jovem | G1
Laudo médico apontou que Júlia Bossoni sofreu traumatismo cranioencefálico provocado por movimentos bruscos de aceleração e desaceleração; caso é investigado pelo Ministério Público.
g1.globo.com
September 24, 2026 at 9:13 AM
Traumatismo por 'contragolpe': entenda lesão cerebral sofrida por jovem após andar em montanha-russa
Acidente no Hopi Hari: entenda lesão cerebral sofrida por jovem | G1
Laudo médico apontou que Júlia Bossoni sofreu traumatismo cranioencefálico provocado por movimentos bruscos de aceleração e desaceleração; caso é investigado pelo Ministério Público.
g1.globo.com
September 24, 2026 at 9:10 AM
Acidente no Hopi Hari: montanha-russa já foi alvo de outras denúncias antes de caso que deixou jovem em estado grave
Acidente no Hopi Hari: atração já foi alvo de outras denúncias graves | G1
Investigação sobre o caso de Júlia Bossoni revela histórico de tetraplegia e lesões na coluna na montanha-russa Montezum do Hopi Hari.
g1.globo.com
September 23, 2026 at 9:10 AM
Acidente no Hopi Hari: montanha-russa já foi alvo de outras denúncias antes de caso que deixou jovem em estado grave
Acidente no Hopi Hari: atração já foi alvo de outras denúncias graves | G1
Investigação sobre o caso de Júlia Bossoni revela histórico de tetraplegia e lesões na coluna na montanha-russa Montezum do Hopi Hari.
g1.globo.com
September 23, 2026 at 9:01 AM
Após denúncia da mãe, Hopi Hari diz que vai custear despesas de jovem que perdeu movimentos ao andar em motanha-russa
Hopi Hari decide custear despesas de jovem ferida na Montezum | G1
Parque admitiu "lacuna" na assistência após alta de Júlia Bossoni, de 21 anos. Pagamento de despesas essenciais será retroativo desde a alta hospitalar; processo de indenização con
g1.globo.com
September 22, 2026 at 12:11 PM
'Quero que ela volte a sorrir novamente', diz marido de jovem que perdeu movimentos após passeio em montanha-russa
Marido fala sobre estado de saúde de jovem após acidente no Hopi Hari | G1
O acidente no Hopi Hari na montanha-russa Montezum é investigado pelo Ministério Público enquanto Júlia Bossoni luta para recuperar os movimentos e a fala.
g1.globo.com
September 22, 2026 at 9:17 AM
'Quero que ela volte a sorrir novamente', diz marido de jovem que perdeu movimentos após passeio em montanha-russa
Marido fala sobre estado de saúde de jovem após acidente no Hopi Hari | G1
O acidente no Hopi Hari na montanha-russa Montezum é investigado pelo Ministério Público enquanto Júlia Bossoni luta para recuperar os movimentos e a fala.
g1.globo.com
September 22, 2026 at 9:01 AM
“Efeito chicote”: entenda qual tipo de lesão uma montanha-russa pode causar
"Efeito chicote": entenda qual tipo de lesão uma montanha-russa pode causar | CNN Brasil
Julia Rimoli Bossoni, de 28 anos, perdeu os movimentos do lado esquerdo do corpo após andar no brinquedo; especialistas alertam sobre complicações
www.cnnbrasil.com.br
September 22, 2026 at 7:35 AM
Montanha-russa do Hopi Hari é investigada após jovem sofrer traumatismo cranioencefálico e perder movimentos; entenda o caso
A Montezum, montanha-russa de madeira do Hopi Hari, em Vinhedo, São Paulo, é alvo de investigação do Ministério Público de São Paulo (MPSP) após a jovem Júlia Bossoni, de 21 anos, sofrer um traumatismo cranioencefálico depois de andar na atração. Ela ficou 57 dias internada após apresentar convulsões e ser diagnosticada com hemorragia intracraniana e edema cerebral. Segundo a família, Júlia perdeu os movimentos do lado esquerdo do corpo, passou a ter dificuldades para falar e apresentou alterações de memória. A investigação inclui uma perícia na montanha-russa solicitada pelo MPSP. Segundo informações do g1, o Hopi Hari afirma que prestou atendimento à jovem, acompanhou a internação e que a Montezum passa por inspeções e possui certificação internacional de segurança. O que é a Montezum Inaugurada em 1999, junto com a abertura do Hopi Hari, a Montezum tem 42,4 metros de altura e 1.030 metros de extensão. O percurso dura 58 segundos e o trem chega a 103 km/h. A atração foi construída em 18 meses e, segundo informações publicadas pelo próprio parque, sua construção envolveu 1,5 mil funcionários, 235 blocos de concreto, 690 toneladas de madeira e equipamentos, cinco milhões de parafusos e mais de mil tubulações subterrâneas. O nome é inspirado no imperador asteca Moctezuma II, conhecido popularmente como Montezuma. A estrutura de madeira também explica parte do movimento percebido pelos passageiros. O próprio Hopi Hari afirma que a oscilação é esperada nesse tipo de equipamento: "Por ter seus trilhos feitos de madeira, é normal que o trem balance um pouco durante o percurso, totalmente comum em todas as Montanhas Russas desse mesmo tipo". Segundo dados divulgados pelo parque em 2022, a Montezum recebia, em média, 600 visitantes por hora de funcionamento, chegando a aproximadamente 5 mil pessoas por dia. Em 2021, a atração recebeu uma certificação internacional de segurança emitida pelo grupo europeu TÜV NORD. Originalmente, a montanha-russa funcionava com cinco vagões acoplados, com capacidade para até 30 pessoas por trem. Os vagões foram retirados posteriormente. Atualmente, a atração opera com dois trens, que juntos comportam até 48 pessoas. O caso de Júlia Bossoni Júlia passou mal em abril de 2026, depois de andar na Montezum. Quando retornou à plataforma, estava desacordada e sofreu convulsões. Ela foi levada para a Santa Casa de Vinhedo, onde recebeu o diagnóstico de hemorragia intracraniana e edema cerebral e precisou passar por cirurgia. A internação durou 57 dias. Júlia Rimoli Bossoni Reprodução Um laudo médico apontou traumatismo cranioencefálico associado a um mecanismo de contragolpe durante o passeio. De acordo com a família, depois do episódio Júlia perdeu os movimentos do lado esquerdo do corpo, passou a ter dificuldades para falar e apresentou alterações de memória. O Hopi Hari afirma que Júlia, visitante do Paraná, entrou na Montezum duas vezes no mesmo dia. Segundo o parque, a primeira passagem ocorreu às 11h e a segunda, aproximadamente cinco horas depois, por volta das 16h30. O episódio aconteceu durante a segunda passagem. De acordo com a empresa, Júlia apresentou uma convulsão durante o segundo passeio e recebeu atendimento imediato das equipes, com os primeiros socorros realizados no ambulatório. Depois, foi encaminhada para a Santa Casa de Vinhedo, onde permaneceu internada até ter condições de voltar à cidade onde mora. O parque diz que acompanhou o tratamento, manteve contato com os familiares e custeou as despesas da família durante a permanência em Vinhedo. O departamento jurídico, segundo a empresa, também manteve contato com os familiares e continua à disposição. O Hopi Hari acrescenta que disponibilizou um seguro à família. Mãe diz que assistência foi interrompida Em entrevista à EPTV, Danielle Rimolli, mãe de Júlia, afirmou em 21 de setembro que o parque deixou de prestar assistência depois que a filha recebeu alta. Segundo ela, o apoio financeiro do Hopi Hari teria se limitado aos 57 dias iniciais de internação. — Eles acionaram o seguro exclusivamente para pagar nossa hospedagem e alimentação por dois meses em Vinhedo. Para a Júlia, não foi feito absolutamente nada. Eles sumiram e não deram mais um centavo — afirma Danielle. Danielle também afirmou que representantes do parque haviam prometido uma ajuda financeira semanal para despesas como fraldas, medicamentos e cadeira de rodas, mas que deixaram de responder à advogada da família. Segundo ela, o único pagamento feito depois da alta, já no Paraná, foi de R$ 7 mil, destinado ao transporte de ambulância. Para conseguir atendimento com uma equipe de neurocirurgiões especializados que não atendem pelo plano de saúde, a família desembolsou R$ 70 mil. O valor foi obtido por meio de uma vaquinha. O que diz o Hopi Hari Em nota, o parque afirmou que a Montezum possui certificação internacional emitida pelo Grupo TÜV NORD e que atrações radicais como ela passam por inspeções anuais. As atrações consideradas de menor complexidade, segundo a empresa, são inspecionadas a cada dois anos. O Hopi Hari também diz manter protocolos de segurança, treinamento de funcionários e procedimentos de atenção aos visitantes, além de seguir a norma ABNT NBR 15926-2023, Equipamentos de Parques de Diversão. O parque afirma ainda que existem placas com informações sobre funcionamento, recomendações e restrições antes do acesso à atração. Na fila, um sistema de áudio reforçaria essas orientações e, no momento do embarque, os operadores repetiriam as recomendações por meio de sistema de som. Segundo o Hopi Hari, os procedimentos seguem normas internacionais de segurança. Entre janeiro de 2026 e o momento da reportagem, mais de 870 mil pessoas haviam visitado o Hopi Hari, segundo a nota do parque. Aproximadamente 470 mil passaram pela Montezum, descrita pela empresa como a atração mais visitada do complexo. O Hopi Hari também afirma que o Ministério Público emitiu recentemente um parecer no qual não identificou risco coletivo, defeito no projeto da montanha-russa ou negligência. O parque reproduziu um trecho segundo o qual foi analisada “a regularidade do funcionamento da atração "Montezum" sob a ótica da tutela coletiva e difusa da segurança e saúde dos consumidores". Em outro trecho atribuído ao parecer, consta que “o estabelecimento prestador do serviço adota protocolos rigorosos de prevenção, manutenção e segurança operacional”. A nota também reproduz uma descrição de inspeções técnicas diárias que incluem a estrutura de madeira, trilhos, fixações, travas de segurança, cintos, sensores fotoelétricos, painéis elétricos e sistemas de frenagem, sob supervisão de equipe de engenharia e com certificações técnicas.
dlvr.it
September 22, 2026 at 6:12 AM
Andar de montanha-russa pode causar lesões no cérebro e na coluna? Entenda
Andar de montanha-russa pode causar lesões no cérebro e na coluna? Entenda
Júlia Bossoni, 28, sofreu hemorragia e edema cerebral após andar na Montezum, do Hopi Hari
www1.folha.uol.com.br
September 21, 2026 at 10:44 PM
Montanha-russa pode causar lesões no cérebro e na coluna?
Andar de montanha-russa pode causar lesões no cérebro e na coluna? Entenda
Júlia Bossoni, 28, sofreu hemorragia e edema cerebral após andar na Montezum, do Hopi Hari
www1.folha.uol.com.br
September 21, 2026 at 10:29 PM
Entenda em cinco pontos o que aconteceu com a jovem que perdeu os movimentos após andar em montanha-russa do Hopi Hari
O Ministério Público de São Paulo (MPSP) investiga o caso de Júlia Rimoli Bossoni, de 28 anos, que teve de retirar parte do crânio durante um procedimento cirúrgico e perdeu parte dos movimentos do corpo após andar em uma montanha-russa do Hopi Hari, parque no interior do estado de São Paulo. O acidente aconteceu em 20 de abril deste ano, quando a jovem embarcou na atração do parque consciente e, ao final do passeio, aparece já desacordada em vídeos das câmeras de segurança. Entenda o caso em cinco pontos. Casal foi ao brinquedo duas vezes Segundo o depoimento do marido de Júlia, João Pedro Bossoni, ao MPSP, obtido pelo GLOBO, o passeio no parque começou sem maiores problemas. Durante o dia, o casal foi em outros brinquedos, até que, no fim da tarde, João Pedro se lembrou que tinha direito a uma promoção do passaporte VIP e decidiram andar novamente na Montezum, considerada a maior montanha-russa de madeira da América Latina, com cerca de 42 metros de altura e velocidade máxima de até 103 km/h. O casal já tinha ido ao brinquedo às 11h da manhã e decidiram ir novamente por volta das 16h30. "Só percebi a situação quando a gente chegou, sentou, e parou a montanha-russa. Na hora que ela parou, a Júlia estava convulsionando, já, com os olhos para cima e foi acionado o socorro, que eles demoraram 5 a 10 minutos para chegar. Depois a gente foi para o ambulatório do Hopi Hari. Lá eles não conseguiram colocar oxigênio nela, não conseguiram recuperar ela e ela foi encaminhada via ambulância para a Santa Casa de Vinhedo. E lá tinha uma equipe de neurologistas, eles fizeram a retirada do crânio do lado direito dela devido a um hematoma subduralno lóbulo frontal craniano", relatou em depoimento. Traumatismo causado por movimentos durante ida na montanha-russa Como mostrou o Fantástico, os primeiros exames feitos pela equipe médica da unidade mostraram uma hemorragia intracraniana e um grande edema cerebral. Por causa desse quadro, ela precisou ser operada às pressas. "Foi uma craniectomia descompressiva. Essa cirurgia visa a retirada de uma grande porção da calota craniana para permitir o cérebro fazer esse processo de inchaço", disse ao programa o neurocirurgião Victor Batistela. Júlia passou 57 dias internada em Vinhedo. O diagnóstico foi de traumatismo cranioencefálico, o TCE. Segundo o laudo médico emitido pelo especialista, o traumatismo de Júlia foi causado por mecanismo de contragolpe durante ida na montanha-russa. Perda de movimentos e fala prejudicada João relatou que, após o acontecido, a esposa perdeu os movimentos do lado esquerdo. A jovem já não consegue falar espontaneamente e apenas responde algumas perguntas, além de também ter adquirido dificuldade na alimentação. A família afirma que Júlia não tinha doenças pré-existentes e que se recupera em casa aos cuidados da mãe e do marido. Ausência de imagens O Ministério Público de São Paulo abriu uma investigação para apurar o caso e pediu uma perícia na montanha-russa. Um dos pedidos do MPSP é o esclarecimento sobre as imagens do percusso do trajeto do brinquedo. O marido de Júlia afirma que a atração possui um sistema de captura de fotos na descida para comercialização aos usuários, mas o Hopi Hari nega a existência de tais registros. O processo continua em andamento. O que diz o parque Em nota enviada ao GLOBO, o Hopi Hari afirmou que a Montezum possui certificação internacional emitida pelo grupo TÜV Nord e que as inspeções são feitas anualmente. Informou também que segue rigorosamente as normas nacionais para parques de diversões e que placas e avisos sonoros alertam sobre restrições: "A atração consta como radical, pela força e movimentos nela envolvidos, e contraindicando para pessoas com problemas na coluna, gestantes e portadores de condições clínicas específicas". O parque também relatou que, recentemente, o Ministério Público emitiu parecer sobre a atração enfatizando não haver risco coletivo, defeito no projeto da montanha-russa ou qualquer negligência. Leia nota na íntegra "A Montezum Possui certificação internacional emitida pelo Grupo TUV Nord, uma das maiores organizações de inspeção e testes de atrações do mundo. As inspeções acontecem anualmente no caso de atrações radicais como a Montezum, e bianuais, em atrações de baixa complexidade. Outros importantes protocolos de segurança, treinamento de pessoal e de atenção ao visitante fazem parte da rotina diária do Hopi Hari em todas as suas atrações. O parque também segue rigorosamente a norma nacional para parques de diversões "ABNT NBR 15926-2023 Equipamentos de Parques de Diversão. Antes mesmo de acessar a Montezum, placas contendo dados sobre a atração estão colocadas em pontos de fácil visualização para que todos os visitantes tenham informações claras e detalhadas sobre o funcionamento da montanha-russa, além de recomendações e restrições. Ainda quando estão na fila para acessar a atração, um sistema de áudio destaca as recomendações e restrições. E, no momento do embarque, os operadores da atração também reforçam as informações, por meio de um sistema de som. Os procedimentos seguem normas internacionais adotadas em atrações ao redor do mundo e integram rotinas obrigatórias de segurança e operação. De janeiro de 2026 até o momento, mais de 870 mil pessoas frequentaram o parque e, deste total, aproximadamente 470 mil pessoas passaram pela atração, a mais visitada do Hopi Hari.Também é importante destacar que, recentemente, o Ministério Público emitiu parecer sobre a atração enfatizando não haver risco coletivo, defeito no projeto da montanha russa ou qualquer negligência. No texto do parecer, o MP destaca "a regularidade do funcionamento da atração "Montezum" sob a ótica da tutela coletiva e difusa da segurança e saúde dos consumidores". O parecer acrescenta, ainda, que "o estabelecimento prestador do serviço adota protocolos rigorosos de prevenção, manutenção e segurança operacional. E enfatiza que "a montanha-russa "Montezum" é submetida a rotinas periódicas de inspeção técnica diária , abrangendo a estrutura de madeira, trilhos, fixações, travas de segurança, cintos, sensores fotoelétricos, painéis elétricos e sistemas de frenagem, com supervisão por equipe de engenharia e certificações técnicas pertinentes. Ademais, constata-se a existência de sinalização visual e sonora no local, informando previamente a classificação da atração como radical, as forças e movimentos nela envolvidos, além das expressas contra indicações de uso a pessoas com problemas na coluna, gestantes e portadores de condições clínicas específicas", descreve o parecer. As placas indicativas com as informações nelas contidas, também estão anexadas neste email. O Hopi Hari esclarece ainda que a visitante do Paraná acessou a atração por duas vezes no mesmo dia de sua visita ao parque, conforme imagens anexadas. A primeira ida à Montezum ocorreu às 11h da manhã e a segunda, cerca de cinco horas depois, por volta de 16h30 do mesmo dia. O episódio envolvendo a jovem paranaense ocorreu em sua segunda passagem pela atração, quando apresentou um quadro de convulsão e recebeu pronto atendimento das equipes do parque, seguindo todos os protocolos de segurança. A providência inicial foi prestar os primeiros socorros no ambulatório do parque. A visitante foi encaminhada para a Santa Casa de Vinhedo, onde permaneceu internada até apresentar condições de retorno à sua cidade. A direção do parque acompanhou de perto o tratamento prestado, sempre em contato com os familiares, custeando as despesas durante a permanência em Vinhedo. Vale ressaltar que o departamento jurídico do Hopi Hari também manteve contato com os familiares da visitante paranaense para o suporte necessário durante todo o processo de atendimento da paciente em seu tratamento. O corpo jurídico, assim como a direção do parque, seguem à disposição da família da visitante. Importante destacar também que o Hopi Hari dispõe de um seguro que foi franqueado à família. O Hopi Hari segue investindo em normas, procedimentos e treinamentos visando a segurança das atrações do parque que, nos últimos 5 anos, já recebeu mais de 5,5 milhões de visitantes. Sobre as ocorrências mencionadas de anos anteriores, esclarecemos que os dados pertencem a gestões passadas. A atual administração tem seu foco estrito na rigorosa cultura de segurança implementada nos últimos 5 anos, responsável por receber mais de 5,5 milhões de visitantes de forma segura".
dlvr.it
September 21, 2026 at 9:21 PM
Hopi Hari: o que se sabe sobre o caso da jovem que perdeu os movimentos após andar em montanha-russa
Hopi Hari: o que se sabe sobre o caso da jovem que perdeu os movimentos após andar em montanha-russa | GZH
Júlia Rimoli Bossoni ficou 57 dias internada; episódio ocorrido em abril foi divulgado neste domingo (20) no "Fantástico"
gauchazh.clicrbs.com.br
September 21, 2026 at 6:26 PM
Família diz que Hopi Hari cortou ajuda a jovem ferida em montanha-russa
Família diz que Hopi Hari cortou ajuda a jovem ferida em montanha-russa
A família de Júlia Bossoni, a jovem que perdeu movimentos após sofrer um traumatismo cranioencefálico na montanha-russa Montezum, no Hopi Hari, afirma que o parque cortou a assistência financeira após a alta hospitalar.
noticias.uol.com.br
September 21, 2026 at 6:22 PM
Jovem perde movimentos após andar em montanha-russa no Hopi Hari
Julia Rimoli Bossoni, de 28 anos, teria sofrido traumatismo craniano após andar na montanha-russa Montezum | Foto: - Reprodução / Hopi Hari A Polícia Civil e o Ministério Público de São Paulo investigam um incidente em que uma jovem perdeu parte dos movimentos após uma volta na montanha-russa Montezum, localizada no parque de diversões Hopi Hari, em Vinhedo, interior de São Paulo.O caso foi registrado em 20 de abril deste ano e foi divulgado no domingo, 20, pelo Fantástico, da TV Globo. A administradora Julia Rimoli Bossoni, de 28 anos, visitava o parque de diversões com o marido. Ela sofreu traumatismo craniano.Em nota, o Hopi Hari disse que a Montezum possui certificação internacional emitida pelo Grupo TUV Nord, que o parque segue protocolos de segurança, com o treinamento de pessoal, e que o parque também segue rigorosamente a norma nacional para parques de diversões."O episódio envolvendo a jovem paranaense ocorreu em sua segunda passagem pela atração, quando apresentou um quadro de convulsão e recebeu pronto atendimento das equipes do parque, seguindo todos os protocolos de segurança. A providência inicial foi prestar os primeiros socorros no ambulatório do parque", disse.Conforme a nota, a visitante foi encaminhada para a Santa Casa de Vinhedo, onde permaneceu internada até apresentar condições de retorno à sua cidade. "A direção do parque acompanhou de perto o tratamento prestado, sempre em contato com os familiares custeando as despesas durante a permanência em Vinhedo", ressaltou.De acordo com o marido de Julia Rimoli, João Pedro Bossoni Dionisio, o traumatismo craniano na mulher foi "decorrente dos fortes impactos e solavancos da atração".Júlia passou 57 dias internada em Vinhedo, depois foi transferida para Londrina, no Paraná.DiligênciasEm manifestação protocolada em 24 de agosto de 2026, a 2ª Promotoria de Justiça de Vinhedo solicitou o retorno dos autos à Delegacia de Polícia de Vinhedo para o cumprimento de uma série de diligências:Perícia Técnica na Atração e Maquinário: O Ministério Público requereu o acionamento do Instituto de Criminalística (IC) para realizar perícia técnica no carrinho utilizado pela vítima e na estrutura da montanha-russa Montezum. O objetivo é checar as condições de manutenção, funcionamento, falhas de segurança ou riscos estruturais capazes de causar lesões semelhantes.Exame de Corpo de Delito Indireto (IML): O envio da integralidade dos prontuários médicos da vítima ao Instituto Médico-Legal (IML) para a confecção do laudo de exame indireto, a fim de atestar formalmente a natureza e a gravidade das lesões.Requisição de Prontuários Médicos: A expedição de ofícios para obtenção da cópia integral dos prontuários de atendimento do ambulatório do Hopi Hari, da Santa Casa de Vinhedo e do Hospital Unimed de Londrina.Esclarecimentos sobre o Sistema de Imagens: A notificação oficial do parque Hopi Hari para prestar esclarecimentos detalhados sobre o funcionamento do sistema de fotos comerciais da atração. A empresa alegou a inexistência de câmeras no trajeto de descida, enquanto a defesa da vítima aponta a presença de um ponto de captura de imagens comercializado no local (Montezum).Defesa pede períciaA defesa de Júlia pede que a polícia realize uma perícia in loco na montanha-russa Montezum "para catalogar, fotografar e inspecionar fisicamente todos os sensores, câmeras e dispositivos de captação de imagens existentes no percurso, de forma a confrontar as informações prestadas pela administração do parque com a estrutura física instalada".De acordo com a Polícia Civil de São Paulo, o processo estava em andamento no Juizado Especial Criminal (Jecrim) de Vinhedo e retornou recentemente à Delegacia de Vinhedo com a solicitação de novos documentos e perícia na atração. A Polícia Civil aguarda o laudo da perícia técnica.Leia a nota do Hopi Hari na íntegra:A Montezum Possui certificação internacional emitida pelo Grupo TUV Nord, uma das maiores organizações de inspeção e testes de atrações do mundo. As inspeções acontecem anualmente no caso de atrações radicais como a Montezum, e bianuais, em atrações de baixa complexidade. Outros importantes protocolos de segurança, treinamento de pessoal e de atenção ao visitante fazem parte da rotina diária do Hopi Hari em todas as suas atrações. O parque também segue rigorosamente a norma nacional para parques de diversões "ABNT NBR 15926-2023 Equipamentos de Parques de Diversão".Antes mesmo de acessar a Montezum, placas contendo dados sobre a atração estão colocadas em pontos de fácil visualização para que todos os visitantes tenham informações claras e detalhadas sobre o funcionamento da montanha russa, além de recomendações e restrições. Ainda quando estão na fila para acessar a atração, um sistema de áudio destaca as recomendações e restrições. E, no momento do embarque, os operadores da atração também reforçam as informações, por meio de um sistema de som.Os procedimentos seguem normas internacionais adotadas em atrações ao redor do mundo e integram rotinas obrigatórias de segurança e operação. De janeiro de 2026 até o momento, mais de 870 mil pessoas frequentaram o parque e, deste total, aproximadamente 470 mil pessoas passaram pela atração, que é a mais visitada do Hopi Hari.Também é importante destacar que, recentemente, o Ministério Público emitiu parecer sobre a atração enfatizando não haver risco coletivo, defeito no projeto da montanha russa ou qualquer negligência. No texto do parecer, o MP destaca "a regularidade do funcionamento da atração "Montezum" sob a ótica da tutela coletiva e difusa da segurança e saúde dos consumidores". O parecer acrescenta, ainda, que "o estabelecimento prestador do serviço adota protocolos rigorosos de prevenção, manutenção e segurança operacional".E enfatiza que "a montanha-russa "Montezum" é submetida a rotinas periódicas de inspeção técnica diária , abrangendo a estrutura de madeira, trilhos, fixações, travas de segurança, cintos, sensores fotoelétricos, painéis elétricos e sistemas de frenagem, com supervisão por equipe de engenharia e certificações técnicas pertinentes. Ademais, constata-se a existência de sinalização visual e sonora no local, informando previamente a classificação da atração como radical, as forças e movimentos nela envolvidos, além das expressas contra indicações de uso a pessoas com problemas na coluna, gestantes e portadores de condições clínicas específicas", descreve o parecer. As placas indicativas com as informações nelas contidas, também estão anexadas neste email.O Hopi Hari esclarece ainda que a visitante do Paraná acessou a atração por duas vezes no mesmo dia de sua visita ao parque, conforme imagens anexadas. A primeira ida à Montezum ocorreu às 11h da manhã e a segunda, cerca de cinco horas depois, por volta de 16h30 do mesmo dia.O episódio envolvendo a jovem paranaense ocorreu em sua segunda passagem pela atração, quando apresentou um quadro de convulsão e recebeu pronto atendimento das equipes do parque, seguindo todos os protocolos de segurança. A providência inicial foi prestar os primeiros socorros no ambulatório do parque. A visitante foi encaminhada para a Santa Casa de Vinhedo, onde permaneceu internada até apresentar condições de retorno à sua cidade. A direção do parque acompanhou de perto o tratamento prestado, sempre em contato com os familiares, custeando as despesas durante a permanência em Vinhedo.Vale ressaltar que o departamento jurídico do Hopi Hari também manteve contato com os familiares da visitante paranaense para o suporte necessário durante todo o processo de atendimento da paciente em seu tratamento. O corpo jurídico, assim como a direção do parque, seguem à disposição da família da visitante. Importante destacar também que o Hopi Hari dispõe de um seguro que foi franqueado à família.O Hopi Hari segue investindo em normas, procedimentos e treinamentos visando a segurança das atrações do parque que, nos últimos 5 anos, já recebeu mais de 5,5 milhões de visitantes.
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September 21, 2026 at 6:29 PM
Mãe de jovem que perdeu movimentos após andar em montanha-russa diz que Hopi Hari cortou ajuda após alta
Hopi Hari: mãe de jovem que perdeu movimentos diz que ajuda parou | G1
A família de Júlia Bossoni, ferida na montanha-russa Montezum do Hopi Hari, afirma que o parque suspendeu a assistência médica e financeira após a alta hospitalar.
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September 21, 2026 at 12:07 PM
Mãe de jovem que perdeu movimentos após andar em montanha-russa diz que Hopi Hari cortou ajuda após alta
Hopi Hari: mãe de jovem que perdeu movimentos diz que ajuda parou | G1
A família de Júlia Bossoni, ferida na montanha-russa Montezum do Hopi Hari, afirma que o parque suspendeu a assistência médica e financeira após a alta hospitalar.
g1.globo.com
September 21, 2026 at 11:50 AM
MP investiga caso de jovem que sofreu lesão na cabeça após passeio em montanha-russa do Hopi Hari
O Ministério Público de São Paulo investiga o caso de uma jovem de Londrina que sofreu um traumatismo cranioencefálico após andar duas vezes na montanha-russa Montezum, no parque Hopi Hari, em Vinhedo. O caso foi mostrado pelo Fantástico, da TV Globo, nesse domingo (20). O acidente aconteceu em abril deste ano. Imagens do parque mostraram Júlia Bossoni embarcando na atração ao lado do namorado. Na volta do percurso, ela aparecia desacordada e convulsionando. A jovem foi socorrida e levada para a Santa Casa de Vinhedo, onde exames apontaram hemorragia intracraniana e edema cerebral. Segundo laudo médico citado pela reportagem, a lesão foi causada por um mecanismo conhecido como contragolpe, provocado por movimentos bruscos de aceleração, desaceleração e rotação da cabeça durante o trajeto. Júlia passou por sete cirurgias e, cinco meses depois, ainda enfrenta dificuldades de fala e perda parcial dos movimentos do lado esquerdo do corpo. A família afirma que a jovem não tinha doenças pré-existentes e entrou na Justiça para pedir uma perícia que esclareça as circunstâncias do caso. A reportagem também ouviu outras pessoas que relataram lesões após passarem pela Montezum. Entre elas estão uma professora, que sofreu uma grave lesão cervical em 2018, e um motoboy, que ficou tetraplégico após um passeio na atração em 2014 e morreu em 2023 por complicações de saúde. De acordo com o Fantástico, uma plataforma de reclamações de consumidores reuniu ao menos 40 relatos de visitantes que disseram ter sofrido lesões ou dores após utilizar a montanha-russa nos últimos dois anos. Em uma nota encaminhada para a CBN, o Hopi Hari informou que a Montezum tem certificação internacional, passa por inspeções periódicas e opera dentro das normas de segurança. O parque também afirmou que, no caso da Júlia, ela recebeu atendimento imediato, que acompanhou o tratamento da jovem e que disponibilizou suporte jurídico e seguro à família. Leia a nota do Hopi Hari na íntegra: “A Montezum Possui certificação internacional emitida pelo Grupo TUV Nord, uma das maiores organizações de inspeção e testes de atrações do mundo. As inspeções acontecem anualmente no caso de atrações radicais como a Montezum, e bianuais, em atrações de baixa complexidade. Outros importantes protocolos de segurança, treinamento de pessoal e de atenção ao visitante fazem parte da rotina diária do Hopi Hari em todas as suas atrações. O parque também segue rigorosamente a norma nacional para parques de diversões ‘ABNT NBR 15926-2023 Equipamentos de Parques de Diversão’. Antes mesmo de acessar a Montezum, placas contendo dados sobre a atração estão colocadas em pontos de fácil visualização para que todos os visitantes tenham informações claras e detalhadas sobre o funcionamento da montanha russa, além de recomendações e restrições. Ainda quando estão na fila para acessar a atração, um sistema de áudio destaca as recomendações e restrições. E, no momento do embarque, os operadores da atração também reforçam as informações, por meio de um sistema de som. Os procedimentos seguem normas internacionais adotadas em atrações ao redor do mundo e integram rotinas obrigatórias de segurança e operação. De janeiro de 2026 até o momento, mais de 870 mil pessoas frequentaram o parque e, deste total, aproximadamente 470 mil pessoas passaram pela atração, que é a mais visitada do Hopi Hari. Também é importante destacar que, recentemente, o Ministério Público emitiu parecer sobre a atração enfatizando não haver risco coletivo, defeito no projeto da montanha russa ou qualquer negligência. No texto do parecer, o MP destaca “a regularidade do funcionamento da atração “Montezum” sob a ótica da tutela coletiva e difusa da segurança e saúde dos consumidores”. O parecer acrescenta, ainda, que “o estabelecimento prestador do serviço adota protocolos rigorosos de prevenção, manutenção e segurança operacional”. E enfatiza que ‘a montanha-russa Montezum é submetida a rotinas periódicas de inspeção técnica diária , abrangendo a estrutura de madeira, trilhos, fixações, travas de segurança, cintos, sensores fotoelétricos, painéis elétricos e sistemas de frenagem, com supervisão por equipe de engenharia e certificações técnicas pertinentes. Ademais, constata-se a existência de sinalização visual e sonora no local, informando previamente a classificação da atração como radical, as forças e movimentos nela envolvidos, além das expressas contra indicações de uso a pessoas com problemas na coluna, gestantes e portadores de condições clínicas específicas’, descreve o parecer. As placas indicativas com as informações nelas contidas, também estão anexadas neste email. O Hopi Hari esclarece ainda que a visitante do Paraná acessou a atração por duas vezes no mesmo dia de sua visita ao parque, conforme imagens anexadas. A primeira ida à Montezum ocorreu às 11h da manhã e a segunda, cerca de cinco horas depois, por volta de 16h30 do mesmo dia. O episódio envolvendo a jovem paranaense ocorreu em sua segunda passagem pela atração, quando apresentou um quadro de convulsão e recebeu pronto atendimento das equipes do parque, seguindo todos os protocolos de segurança. A providência inicial foi prestar os primeiros socorros no ambulatório do parque. A visitante foi encaminhada para a Santa Casa de Vinhedo, onde permaneceu internada até apresentar condições de retorno à sua cidade. A direção do parque acompanhou de perto o tratamento prestado, sempre em contato com os familiares, custeando as despesas durante a permanência em Vinhedo. Vale ressaltar que o departamento jurídico do Hopi Hari também manteve contato com os familiares da visitante paranaense para o suporte necessário durante todo o processo de atendimento da paciente em seu tratamento. O corpo jurídico, assim como a direção do parque, seguem à disposição da família da visitante. Importante destacar também que o Hopi Hari dispõe de um seguro que foi franqueado à família. O Hopi Hari segue investindo em normas, procedimentos e treinamentos visando a segurança das atrações do parque que, nos últimos 5 anos, já recebeu mais de 5,5 milhões de visitantes. Sobre as ocorrências mencionadas de anos anteriores, esclarecemos que os dados pertencem a gestões passadas. A atual administração tem seu foco estrito na rigorosa cultura de segurança implementada nos últimos 5 anos, responsável por receber mais de 5,5 milhões de visitantes de forma segura. Normas que seguimos e que regem as inspeções que seguimos 100%. • Decisão Normativa 52, de 25 de agosto de 1994, do CONFEA. • Ato Normativo nº 02, de 14 de dezembro de 2001, CREA-SP. • ABNT NBR 15926:2023, Equipamentos de Parques de Diversão. • ABNT NBR 16071:2012, “Playgrounds”. • ABNT NBR 5410:vigente, Instalações Elétricas de Baixa Tensão. • ABNT NBR 9050, Acessibilidade a Edificações, Mobiliário, Espaços equipamentos urbanos. • ABNT NBR ISO 21101:2014, Turismo de Aventura – Sistema de Gestão de Segurança – Requisitos. • NR 10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade. • NR 13 – Caldeiras, Vasos de Pressão e Tubulações. MONTEZUM Equipe técnica que trabalha dedicada, na atração • 1 técnico em mecânica (média de 5h por dia) • 1 técnico em elétrica (média de 2h por dia) • 12 carpinteiros (média de 7h por dia) Argumentos sobre a decisão do MPT • Não foram analisadas somente documentação, tivemos inspeções e avaliações técnicas dos engenheiros do CAEx para elaboração dos pareceres. Manutenção • Preventiva diária (realizada diariamente antes da abertura do parque) • 5-6 horas de trabalho realizado por um técnico em mecânica • 1-2 horas de trabalho realizado por um técnico em elétrica • 3-4 horas de trabalho realizado pela equipe de carpintaria (3-4 pessoas) • Preventiva semanal (realizada toda semana nos dias de parque fechado) • 6-7 horas de trabalho realizado por um técnico em mecânica • 2-3 horas de trabalho realizado por um técnico em elétrica • 14-15 horas de trabalho realizado pela equipe de carpintaria (8-9 pessoas) • Preventiva mensal (realizado durante o mês em que foi gerada, conforme programação) • 4-6 horas de trabalho realizado por um técnico em mecânica • 2-3 horas de trabalho realizado por um técnico em elétrica • Anual (realizada nos trens após 1800-2000 horas de trabalho ou a cada dois anos) • 30-50 dias de trabalho realizado pela equipe mecânica (2 mecânicos+1 supervisor) Sobre o registro de 40 reclamações de visitantes Em resposta ao questionamento da reportagem, cabe destacar a devida proporcionalidade dos dados: o registro de cerca de 40 reclamações na plataforma Reclame Aqui ao longo dos últimos dois anos refere-se a um universo de aproximadamente 1,2 milhão de visitantes que passaram pela Montezum no mesmo período — o que demonstra um índice estatístico irrisório e abaixo da média mundial, diante do expressivo volume de operações da atração. Em recente manifestação a respeito do assunto, o Ministério Público deu parecer onde destaca que “o histórico operacional demonstra que eventuais queixas de desconforto muscular constituem episódios isolados, inerentes ao impacto físico esperado em equipamentos de tal natureza, sem qualquer padrão de defeito sistêmico no brinquedo ou falha na prestação do serviço”, diz o parecer. Os casos relatados são encaminhados ao SAV (Serviço de Atendimento ao Visitante) que trata com atenção os relatos de queixas sobre lesões ou desconfortos físicos, passíveis em uma atração amplamente anunciada como radical, mantendo contato com o reclamante para inicialmente ouvir seu relato e seguir se necessário com o acompanhamento.”
cbn.globo.com
September 21, 2026 at 12:27 PM
Jovem sofre traumatismo craniano em montanha-russa e perde movimentos do lado esquerdo

Uma ida ao parque Hopi Hari, em Vinhedo (SP), transformou-se em drama para a paranaense Julia Rimoli, 28 anos. Durante o percurso na montanha-russa Montezum, em abril, a jovem desmaiou, teve convulsões e, horas…
Jovem sofre traumatismo craniano em montanha-russa e perde movimentos do lado esquerdo
Uma ida ao parque Hopi Hari, em Vinhedo (SP), transformou-se em drama para a paranaense Julia Rimoli, 28 anos. Durante o percurso na montanha-russa Montezum, em abril, a jovem desmaiou, teve convulsões e, horas depois, foi diagnosticada com traumatismo craniano grave. A hemorragia intracraniana causou edema cerebral e tirou os movimentos do lado esquerdo do corpo. Operada às pressas, Julia segue com dificuldade de fala e memória, segundo o companheiro, João Pedro Bossoni.
espiadoreality.com
September 21, 2026 at 2:02 AM
Wer startet eigentlich dieses Jahr beim #tmr2026 oder #tmrno1 ?

Soweit ich das über Podcasts mitbekommen hat startet Robin #gemperle, Gewinner des diesjährigen #tcrno12 und Victor #bossoni, Gewinner des #tcrno11 sowie des #amr2026 .
Beide haben auch neue Streckentekorde letztes bzw. dieses Jahr […]
Original post on freiburg.social
freiburg.social
September 12, 2026 at 6:33 AM
mi mancano solo i due bossoni finali in Elden Ring, ma credo di avere bisogno di una pausa 🤣
July 4, 2026 at 9:24 AM