#eleies
I love you all. Just became a second year 'adopter' of three baby eleies 🐘 🐘 🐘 and I am sleeping just a little easier tonight. Stay well!
March 3, 2026 at 10:50 PM
Original post on ursal.zone
ursal.zone
September 29, 2026 at 9:09 PM
Good morning, plebeus! Teve eleição na terra do Rei, nesse bimestre já cheio de pautas. E o Rei está nu. Alias, em terra de cego...Temos o que SPEAK ABOUT por aqui: Pedro Faria chega soltando the verbe com a presença do guest host @pontin.bsky.social

Enjoy!

viracasacas.libsyn.com/388-eleies-n...
July 17, 2024 at 2:58 PM
October 27, 2025 at 5:05 PM
Donald Trump quer Musk na sua futura equipe de governo; Bilionário responde se vai
terrabrasilnoticias.com/2024/09/dona...

#Trump #elonmusk
Donald Trump quer Musk na sua futura equipe de governo; Bilionário responde se vai - Terra Brasil Notícias
A colaborao entre Donald Trump e Elon Musk pode ser o fator decisivo nas eleies presidenciais de 2024. Conhea os planos da
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September 7, 2024 at 1:54 AM
_Foto: Wenderson Araujo/Trilux. Arte: O Joio e O Trigo_ _Por Flávia Schiochet De O Joio e o Trigo_ O Brasil chega às eleições presidenciais de 2026 após sair, pela segunda vez, do Mapa da Fome. A melhora dos indicadores recoloca no debate eleitoral as políticas relacionadas à produção, à distribuição e ao acesso a alimentos adequados e saudáveis – e as medidas necessárias para evitar um novo retrocesso. Em 2025, 12 milhões de pessoas deixaram a insegurança alimentar. O resultado está associado a um conjunto de políticas que inclui a transferência de renda pelo Bolsa Família, a valorização do salário mínimo, as compras públicas realizadas por programas como o PAA e o Pnae e a queda do desemprego. Ainda assim, o Brasil tem 21 milhões de pessoas, o equivalente a 10% de sua população, em algum grau de insegurança alimentar e nutricional, o que mostra que a pauta não está superada. No entanto, a maior parte dos candidatos à presidência não coloca essa agenda em destaque em seus planos. O **Joio** analisou os programas de governo dos cinco presidenciáveis com maior intenção de voto: Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Augusto Cury (Avante), Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD). A comparação considerou as propostas para segurança alimentar, produção e abastecimento interno de alimentos, agricultura familiar e agronegócio exportador. Os documentos mostram níveis bastante diferentes de atenção ao tema. Embora todos apresentem propostas detalhadas para o agronegócio, a maioria trata de forma genérica as políticas de produção e acesso aos alimentos. Promessas de reduzir preços, por exemplo, aparecem sem a indicação dos instrumentos que seriam usados para atingir esse objetivo. As propostas, entretanto, são em sua maioria genéricas. Lula, Cury e Caiado usam a expressão “agricultura familiar” em seus planos de governo. Os demais falam em “pequeno produtor” e não diferenciam quem produz alimentos de quem produz commodities – um aceno para o agronegocinho. Flávio Bolsonaro reforça a questão da propriedade da terra e da ampliação do acesso ao crédito por meio da titulação. Cury enquadra a agricultura familiar como atividade produtiva a ser “modernizada”, em uma proposta de transformar esse produtor em “microempreendedor rural”. Caiado menciona a agricultura familiar nos indicadores de acompanhamento do plano, mas não desdobra nenhuma política específica no corpo do seu projeto. Santos cita apenas aumento de produtividade e expansão das cadeias do agronegócio, sem tratar de agricultura familiar. Ao mesmo tempo, o agronegócio aparece como peça importante nos planos dos cinco presidenciáveis. Isso acende um alerta: a expansão da fronteira agrícola e o aumento de produção das commodities diminuíram o cultivo de alimentos que são a base da dieta brasileira – como arroz, feijão e mandioca – enfraquecendo a segurança alimentar e nutricional nestes territórios. #### Mais lidas do mês A produção de commodities e a de alimentos destinados ao mercado interno disputam recursos como terra, crédito e incentivos públicos. Por isso, o peso dado por cada candidato à agricultura familiar e à agricultura comercial ajuda a revelar quais cadeias produtivas seriam priorizadas em seu governo. Se há incentivos claros para o cultivo de commodities, mas pouca ou nenhuma política que estimule a agricultura familiar voltada à produção de alimentos, a balança pesa para o lado com maior poder econômico – o agronegócio. E a produção de commodities agrícolas serve tanto para ração animal quanto para produção de energia – Cury, Santos e Caiado falam em integrar a cadeia do agronegócio com a produção de biocombustíveis. Ou seja: aumentar a produção de cultivos como milho e soja para gerar etanol e biodiesel. No entanto, não detalham onde, nem como, ampliariam essas lavouras. Não há nenhuma referência às expressões “fome” e “segurança alimentar e nutricional” nos programas de Bolsonaro e Santos. Já os de Cury e de Caiado repetem a falácia que o aumento da produção do agronegócio diminuiria o preço dos alimentos. Lula, por sua vez, lista uma série de políticas complementares que, juntas, garantiram que o Brasil saísse do Mapa da Fome duas vezes (em 2014 e 2025), colocando a agricultura familiar no centro da proposta para o campo e articulando o setor com a segurança alimentar. ## **Semelhanças e divergências** Ainda que o programa de Lula apresente diferenças relevantes em comparação com os outros candidatos, há propostas semelhantes. Todos defendem, em alguma medida, aumento da produtividade agropecuária, ampliação do seguro rural, desenvolvimento de projetos de irrigação, diminuição da dependência de fertilizantes importados investindo na produção nacional, investimento em logística e armazenamento, e criação de agroindústrias para agregar valor às commodities e, assim, diversificar a pauta de exportação. As divergências se tornam palpáveis quando se analisa quais são as prioridades do candidato e que setores ele propõe desenvolver considerando as mazelas do país. Se o combate à fome está ligado à manutenção de políticas e estruturas de segurança social, alimentar e nutricional, a ausência dessas estruturas nos programas deixa sem resposta como os candidatos pretendem evitar que o país volte a registrar aumento da fome. **Compare as propostas dos candidatos à presidência** no site do O Joio e O Trigo * Whatsapp * Facebook * Twitter * Copy
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September 23, 2026 at 2:55 PM
Donald Trump quer Musk na sua futura equipe de governo; Bilionário responde se vai

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Donald Trump quer Musk na sua futura equipe de governo; Bilionário responde se vai - Terra Brasil Notícias
A colaborao entre Donald Trump e Elon Musk pode ser o fator decisivo nas eleies presidenciais de 2024. Conhea os planos da
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September 6, 2024 at 10:55 AM
Por Vítor Peruch Da Página do MST O Espaço Cultural Elza Soares, em São Paulo, recebeu na noite desta terça-feira (22/09) uma Plenária Nacional de Mobilização que reuniu movimentos populares, centrais sindicais, juventudes, mulheres, artistas e lideranças religiosas em torno da candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva à reeleição. O ato marcou a reta final da campanha rumo ao primeiro turno e abriu a programação com o tradicional esquenta cultural, animando o público antes do início das falas. Subiram ao palco representantes de Força Sindical (João Carlos Gonçalves), CUT (Renato Zulato), Intersindical (Nilza Almeida), CTB (Adilson Araújo), CSB (Antônio Neto), APEOESP (professora Bebel), Direitos Já (Fernando Guimarães), ABJD (Nei Strozake), MMM (Maria Fernanda), Levante Popular da Juventude (Camila Moraes), CMP (Miriam Hermógenes), MAB (Liciane), UNMP (Sidnei Pitta), MNU (Maria Luiza Nogueira), Sem Direitos (Luciana Mendonça), VAT (Armando Martins), MBP (Thaynara Floriano), Prerrogativas (Marco Aurélio), além das presidentas do PCdoB, Nádia Campeão, do PSOL, Paula Coradi, e da UBES, Yasmin Souza. João Pedro Stédile, da direção nacional do MST, e representando a Frente Brasil Popular, abriu as falas convocando a militância para a reta final: “o povo quer ser ouvido, e agora é tempo de arregaçar as mangas e bater de casa em casa — não é tempo de distribuir santinhos, mas de debater ideias”. Stédile apontou as mulheres da periferia como o público decisivo do pleito e chamou o dia 27 de “dia de inundar as ruas de vermelho”. Na sequência, Ana Paula Perles, do MTST e da Frente Povo Sem Medo, resumiu o método da reta final em “pé na rua e celular na mão”, defendendo a disputa simultânea nas ruas e nas redes sociais. João Pedro Stedile – Crédito: Elineudo Meira Adilson Araújo, presidente da CTB, discursou sob o pano de fundo de Lula da Vila Euclides, e definiu o momento como “uma encruzilhada histórica”, contrapondo o que chamou de “projeto entreguista de milicianos” ao projeto de Lula. Edinho Silva, presidente nacional do PT e coordenador-geral da campanha de reeleição, chamou Fernando Haddad de “o melhor quadro que podemos oferecer para o estado de São Paulo” e resumiu a disputa em torno da política externa: “o Brasil do presidente Lula representa a soberania, o avanço e a modernização dos empregos — representa um país que não será quintal de nenhum outro país”. Marina Silva, candidata ao Senado por São Paulo, defendeu a manutenção de “um estado permanente de campanha” e cobrou resposta para a violência contra a mulher no estado: “as 270 mães que perderam suas filhas no último ano sabem que o problema não foi resolvido — eles tiveram a oportunidade de fazer algo e não fizeram, façamos nós”. Fernando Haddad, candidato ao governo de São Paulo, teve um vídeo-clipe de campanha exibido antes de seu discurso, no qual citou o salto de 5 milhões para 25 milhões de trabalhadores brasileiros com diploma universitário desde 2002 e classificou a extrema direita como “uma patologia” que “vai se consumir, porque é destrutiva”. Haddad contrapôs o histórico de Flávio Bolsonaro à tradição da militância presente no ato: “a nossa tradição é ir pra rua com honra, ética, causa e bandeira — coisa que eles não têm”. Crédito: Elineudo Meira Encerrando as falas, o presidente do Brasil em exercício, Geraldo Alckmin, destacou a força da sociedade civil organizada e números da política externa e social do governo, como o crescimento de 36% das exportações brasileiras para a União Europeia mesmo diante das tarifas de Trump. Alckmin defendeu o respeito ao processo eleitoral — “quem não acredita na democracia, no julgamento popular, na força do voto do povo, nem deveria disputar eleições” — e disse sentir “nas ruas a energia da virada subindo”. O recado que fica é de um estado permanente de campanha, nas ruas e nas redes, para eleger Lula presidente, Haddad governador, e Marina Silva e Simone Tebet senadoras — na construção de um projeto de país. Editado por Aline Antunes * Whatsapp * Facebook * Twitter * Copy
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September 23, 2026 at 6:01 AM
September 19, 2026 at 10:50 AM
Se o seu candidato só fala em matar e punir, então já falhou em cuidar de crianças e adolescentes.
- bspont
https://ponte.org/se-o-seu-candidato-so-fala-em-matar-e-punir-entao-ja-falhou-em-cuidar-de-criancas-e-adolescentes/
#eleies #crianaseadolescentes #davifiza #DireitosHumanos #eleies2026 […]
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ursal.zone
September 17, 2026 at 5:12 PM