#BuildRunner
Hackers Leverage Steganographic Images to Bypass Anti-Malware Scans and Deploy Malware Payloads
Hackers Leverage Steganographic Images to Bypass Anti-Malware Scans and Deploy Malware Payloads
A malicious NPM package named buildrunner-dev has been caught hiding .NET malware inside innocent-looking PNG images, using steganography to slip past antivirus tools and deliver a Remote Access Trojan onto Windows systems. Discovered in February 2026, this campaign signals a notable shift in supply chain attack methods, where the actual malicious code remains completely invisible inside what appears to be a normal image file. The package was crafted as a typosquat of the legitimate buildrunner and build-runner  NPM packages , both of which had long been abandoned by their maintainers. A developer searching for the original package could easily mistake this malicious version for a maintained fork or updated release. Once installed via  npm install , the postinstall hook automatically triggered a file called init.js, which silently downloaded a batch file named packageloader.bat from a Codeberg repository. The file then copied itself into the Windows Startup folder, guaranteeing it would run automatically on every subsequent login. Veracode analysts identified the full attack chain only after stripping through seven layers of obfuscation inside the batch file, which stretched to 1,653 lines but carried just around 21 lines of actual working instructions. The remainder consisted of fabricated noise: scattered word comments, fake base64 strings, and junk variables built solely to confuse static analysis tools and human reviewers. Before triggering its payload, the malware checked for admin rights and silently elevated itself using the fodhelper.exe UAC bypass technique (MITRE ATT&CK T1548.002), avoiding any visible prompt. package.json (Source – Veracode) It then launched a concealed PowerShell session through conhost.exe, queried the system for installed antivirus products, and followed a different infection path depending on the result. The final payload was Pulsar, a well-known open-source Remote Access Trojan, loaded into a legitimate Windows process through process hollowing. Hiding in Plain Pixels Two PNG images hosted on ImgBB carried the concealed malware — “ 6b8owksyv28w.png ” (41×41 px, 2.3 KB) held a 4,903-byte AMSI bypass PowerShell script , while the “0zt4quciwxs2.png ” (141×141 px, 67 KB) contained a compressed 136 KB .NET loader. Two PNG images hosted on ImgBB carried the concealed malware (Source – Veracode) The malware encoded these payloads directly into the RGB pixel values of each image, making them appear as random visual noise to any scanner. A third steganographic PNG at  hxxps://i.ibb[.]co/tpyTL2Zg/s9rugowxbq8i.png  acted as the live C2 channel, delivering the final encrypted Pulsar RAT payload on demand. Type Indicator Malicious NPM Package buildrunner-dev C2 Steganographic Image URL hxxps://i.ibb[.]co/tpyTL2Zg/s9rugowxbq8i.png Dropped Batch File packageloader.bat Persistence File %AppData%\protect.bat Dropped Executable JJYDJO.exe Security teams should audit NPM packages before installation, disable automatic postinstall script execution, and watch closely for unusual PowerShell behavior. Monitoring for UAC bypass registry changes and unexpected outbound connections to free image hosting services can help surface similar attacks before serious damage is done. Follow us on  Google News ,  LinkedIn , and  X  to Get More Instant Updates ,  Set CSN as a Preferred Source in  Google . The post Hackers Leverage Steganographic Images to Bypass Anti-Malware Scans and Deploy Malware Payloads appeared first on Cyber Security News .
cybersecuritynews.com
February 24, 2026 at 2:54 PM
@hp A friend was thinking of doing a github buildrunner to undermine him harassing people for money. But she's not had time
September 1, 2026 at 6:53 PM
Malware escondido nos pixels de imagens foi disseminado via NPM
Pesquisadores de segurança da VeraCode identificaram um pacote malicioso publicado no NPM, o maior repositório de código aberto do mundo, **capaz de comprometer silenciosamente máquinas Windows no momento em que era instalado**. O pacote, chamado buildrunner-dev, disfarçava-se de variante de uma ferramenta legítima abandonada e desencadeava, sem qualquer interação adicional da vítima, **uma cadeia de ataque de dez etapas que terminava com um trojan de acesso remoto instalado e operante**. O nome não foi escolhido ao acaso. Ele imita os pacotes legítimos buildrunner e build-runner, ambos abandonados pelos seus criadores originais. Um desenvolvedor pesquisando por uma solução de automação de builds, o processo automatizado de compilar e testar código-fonte, poderia facilmente confundir o pacote falso com uma versão mantida do original. ## Armadilha no momento da instalação Dentro do pacote havia um arquivo de configuração com um postinstall hook, um comando executado automaticamente assim que a instalação termina. Não é preciso abrir nenhum arquivo, não é preciso executar nenhum programa. O simples ato de digitar npm install buildrunner-dev já ativava o ataque. Antes de agir, o script verificava se estava sendo analisado, checava o sistema operacional, a presença de ferramentas de análise e o tipo de ambiente. Qualquer sinal de monitoramento, e ele simplesmente não fazia nada. Confirmado o ambiente favorável, baixava um arquivo de comandos do Windows e o gravava na pasta de inicialização do sistema da vítima, tudo que está nessa pasta é executado automaticamente a cada login, garantindo a permanência do malware. ## Mais de mil linhas, só 20 importavam O arquivo baixado tinha 1.653 linhas, mas apenas 21 faziam algo realmente malicioso. Todo o resto era ruído, uma **estratégia chamada ofuscação, que esconde o perigo por trás de complexidade artificial**. O autor empilhou sete técnicas. A primeira explorava uma peculiaridade do Windows: variáveis inexistentes simplesmente desaparecem do texto ao rodar, disfarçando cada comando real. Na segunda, o comando malicioso foi picotado em 909 fragmentos de poucos caracteres cada, a palavra "powershell" nunca aparecia inteira no arquivo. Completavam o quadro comentários com palavras aleatórias para inflar o tamanho do arquivo, listas de vocabulário codificadas, strings de milhares de caracteres inválidos e nomes sem sentido para cada variável. A camada mais elaborada eram 51 variáveis com código que, ao ser decodificado, resultava em comandos completamente inofensivos — nunca executados, existindo apenas para acionar alertas falsos em ferramentas de segurança e mandar analistas investigar pistas que não levavam a lugar nenhum. ## Escalada Silenciosa de Privilégios Removida a ofuscação, o script verificava se estava rodando como administrador. Caso não tivesse privilégios, usava uma técnica conhecida como UAC bypass: o UAC é o mecanismo do Windows que exibe a janela de confirmação quando um programa tenta alterar o sistema. O ataque sequestrava um programa legítimo que tem permissão para se elevar automaticamente sem mostrar esse aviso, fazendo o malware herdar essa permissão. Nenhuma janela aparecia na tela da vítima. Em seguida, o script executava um comando PowerShell, a ferramenta de automação nativa do Windows, de forma completamente oculta. ## PowerShell conhecia seu inimigo A primeira coisa que esse comando fazia era consultar o próprio Windows para descobrir qual antivírus estava instalado. Com a resposta, tomava caminhos diferentes. Se o antivírus fosse ESET, ele interrompia a execução; com Malwarebytes ou F-Secure, baixava uma imagem com um script para desativar as defesas antes de prosseguir; em qualquer outro caso, baixava uma imagem maior com o carregador principal. Esse nível de personalização indica que o atacante testou o malware contra cada produto individualmente. ## Malware escondido em pixels As imagens baixadas de um serviço gratuito de hospedagem pareciam apenas ruído visual. Mas cada pixel carregava dados, usando uma técnica chamada esteganografia, a arte de esconder informações dentro de dados aparentemente inocentes. Diferente da criptografia, que embaralha os dados até ficarem irreconhecíveis, a esteganografia os esconde à vista de todos. Cada pixel de uma imagem PNG é definido por três valores de cor. No esquema dos atacantes, esses valores carregavam bytes do código malicioso real, pixel por pixel, linha por linha. Sem conhecer o algoritmo, ninguém veria nada de errado, já que serviços de hospedagem não escaneiam pixels em busca de código, e firewalls registram apenas uma requisição normal a um site de imagens. A imagem menor escondia um script para desativar o AMSI, a interface do Windows criada para que antivírus interceptem scripts executados em memória antes que rodem. O script sobrescrevia a função responsável pelo escaneamento com instruções que a faziam retornar erro sem verificar nada, o AMSI passava a funcionar como um detector de incêndio com a bateria removida. A imagem maior continha o carregador principal, cujo propósito era injetar o payload final num processo legítimo do Windows. A técnica, chamada esvaziamento de processo, criava o conhost.exe em estado suspenso, removia seu código da memória e escrevia o código malicioso no espaço vazio. Quando o processo era retomado, o atacante rodava dentro de algo que, para o sistema operacional, parecia completamente legítimo. Para garantir que as defesas do Windows permanecessem desativadas, o carregador executava três métodos diferentes de neutralização do AMSI em sequência, se um falhasse, o próximo assumia, e nunca chamava funções sensíveis do sistema de forma direta, evitando deixar rastros nas tabelas que analistas inspecionam. ## O payload final Ao fim de toda a cadeia, extraído de uma terceira imagem e descriptografado, estava o Pulsar, um Trojan de Acesso Remoto que dá ao atacante controle total e silencioso sobre o computador infectado. Com ele, é possível ver a tela em tempo real, gravar teclas digitadas, acessar arquivos, ligar câmera e microfone, tudo sem que a vítima perceba. Os padrões reconhecidos durante a investigação, incluindo o serviço de hospedagem de imagens, a esteganografia, o mesmo RAT, levaram os pesquisadores da VeraCode a uma conclusão: o mesmo grupo havia sido reportado meses antes em uma campanha diferente. A atribuição sugere uma operação continuada, com o grupo evoluindo suas técnicas enquanto mantém a infraestrutura preferida. Acompanhe o TecMundo nas redes sociais. Para mais notícias de segurança e tecnologia, inscreva-se em nossa newsletter e canal do YouTube.
www.tecmundo.com.br
February 23, 2026 at 6:50 PM
Feed: "Cyber Security News"
By: Tushar Subhra Dutta on Tuesday, February 24, 2026
Hackers Leverage Steganographic Images to Bypass Anti-Malware Scans and Deploy Malware Payloads
Malicious NPM buildrunner-dev hides .NET RAT in PNGs via steganography, signaling a new supply chain attack shift.
cybersecuritynews.com
February 24, 2026 at 9:42 PM
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February 26, 2026 at 5:17 AM