#Mpongwe
Mpongwe: they are a Myene-speaking Western #Bantu tribe which occupies territory around the #RiverGabon estuary on the northern coast of #Gabon in #CentralAfrica.

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#history #historyfiles #Africa #modernafrica #medievalafrica #Myene #Mpongwe
August 4, 2026 at 6:59 PM
“What is happening in Mpongwe now is a grim echo of a time that most of the nurses and clinicians here are not old enough to remember. Three decades ago, hospitals in Zambia were packed with young men and women dying agonizing deaths… Life expectancy had dropped to 37.”
AIDS Creeps Back in Parts of Zambia, a Year After U.S. Cuts to H.I.V. Assistance
www.nytimes.com
April 25, 2026 at 12:46 PM
"A year ago, in Mpongwe, there was one case like this each month, or maybe two. In January this year, there were 28 new cases; in February, 28 more; in March, seven more." www.nytimes.com/2026/04/25/h...
AIDS Creeps Back in Parts of Zambia, a Year After U.S. Cuts to H.I.V. Assistance
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April 26, 2026 at 1:20 PM
This is pure, unfiltered evil, and I will never forgive the people who caused it.

"A year ago, in Mpongwe, there was one case like this each month, or maybe two. In January this year, there were 28 new cases; in February, 28 more; in March, seven more."

www.nytimes.com/2026/04/25/h...
AIDS Creeps Back in Parts of Zambia, a Year After U.S. Cuts to H.I.V. Assistance
www.nytimes.com
April 25, 2026 at 7:57 PM
Please read this NYT piece on the resurgence of AIDS in Zambia: "A year ago, in Mpongwe, there was one case like this each month, or maybe two. In January this year, there were 28 new cases; in February, 28 more; in March, seven more."...
April 26, 2026 at 7:34 PM
...commercial farmers near Mpongwe, more than 200km downstream of the mine, yesterday measured the pH of the Kafue River at 4.0 - 4.1 (extremely acid). They saw fish begin to die early in the morning, and by midday thousands of dead fish were flowing past - and are still flowing past today.
February 25, 2025 at 3:30 PM
Upcoming lecture! 📣

We are pleased to invite you to the lecture “Reading African Intellectual History in Atlantic Archives: The Mpongwe Vocabulary of the Santa Jago (1829)”, taking place on 4 March 2026 at the University of Antwerp.

👉 Registration/More info:
www.uantwerpen.be/en/about-uan...
Reading African Intellectual History in Atlantic Archives | Arts | University of Antwerp
www.uantwerpen.be
January 27, 2026 at 10:42 AM
there's one reasonably accurate report of a gorilla from 1626 by someone who lived in their range for 15 years and then there's basically nothing real until 1847 when an american visitor to gabon chances to ask local mpongwe about a big skull and they give a complete and accurate description
April 18, 2025 at 10:33 AM
NYT 资深记者 Stephanie Nolen 从赞比亚北部铜带省发回的现场报道:

特朗普政府上任第一个月废掉 PEPFAR(小布什 2003 年启动、赞比亚为核心受益国的总统艾滋病紧急救援计划)一年后,艾滋病在当地死灰复燃。

Mpongwe 教会医院去年每月一两例 AIDS 终末期患者。今年 1 月 28 例、2 月 28 例、3 月 7 例。
April 26, 2026 at 5:32 AM
Oh happy day! Yay! We’ve donated #books to the little ones at Nampamba Pre-School in Mpongwe! 🎉 A huge thanks to Dr. Dave and his team, plus our amazing #KLOCBooks volunteers. Together, we’re spreading the joy of reading across Zambia! 🌟 #LiteracyForAll #ChildrensBooks
November 23, 2024 at 2:04 PM
The Mpongwe of Gabon constructed large sailboats that were so well built that they “would land them, under favorable circumstances, in South America” according to a 19th-century visitor.
www.africanhistoryextra.com/p/navigable-...
May 11, 2025 at 3:28 PM
Upcoming lecture! 📣

We are pleased to invite you to the lecture “Reading African Intellectual History in Atlantic Archives: The Mpongwe Vocabulary of the Santa Jago (1829)”, taking place on 4 March 2026 at the University of Antwerp.

👉 Registration/More info:
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Reading African Intellectual History in Atlantic Archives | Arts | University of Antwerp
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January 27, 2026 at 4:23 PM
AIDS volta a crescer na Zâmbia, um ano após cortes dos EUA na assistência ao HIV
Saulo Kasekela morreu de AIDS no dia 7 de março, em uma pequena cidade chamada Mpongwe, na região produtora de cobre do norte da Zâmbia. Ele era um segurança de 37 anos, internado no hospital missionário dois dias antes. Depois que seu corpo foi retirado da ala masculina, uma enfermeira separou sua radiografia de tórax, uma imagem turva de pulmões devastados pela tuberculose, um sinal característico de infecção avançada por HIV não tratada. Uma anotação rabiscada de um médico indicava que a radiografia deveria ser guardada para estudantes de medicina. Segundo sexóloga: quais são as 3 fantasias sexuais mais comuns que revelam uma vida íntima estável? Quantas bananas você pode comer por dia? Saiba como aproveitar os benefícios da fruta Dos oito pacientes na enfermaria naquele dia, quatro tinham AIDS. Lewis Chifuta, de 33 anos, estava extremamente magro, febril e mal conseguia reconhecer seus irmãos quando eles chegaram ao seu leito. Há um ano, em Mpongwe, havia um caso como este por mês, ou talvez dois. Em janeiro deste ano, houve 28 novos casos. Em fevereiro, mais 28. E em março, mais sete. Durante o primeiro mês de mandato do presidente Donald Trump, sua administração desmantelou grande parte do programa global de combate ao HIV, que havia salvado a vida de centenas de milhares de pessoas na Zâmbia. O governo zambiano entrou em estado de emergência, desesperado para garantir que as pessoas com o vírus pudessem continuar recebendo medicamentos vitais. Radiografia do tórax de Saulo Kasekela, com manchas de tuberculose, no hospital missionário de Mpongwe, no norte da Zâmbia Arlette Bashizi/The New York Times Mas outros aspectos cruciais do programa tiveram que ser descartados — intervenções que ajudaram a impedir a propagação do vírus e protegeram as pessoas mais vulneráveis, como Kasekela. Hoje, um sistema reduzido opera com apoio limitado dos EUA, e a Zâmbia pode perder essa ajuda completamente nos próximos dias. O governo Trump estabeleceu um prazo até 30 de abril para que o governo zambiano aceite um novo acordo de financiamento da saúde, que está condicionado à concessão de maior acesso dos Estados Unidos aos recursos minerais do país. O governo afirma que o acordo ofereceria à Zâmbia cinco anos de financiamento e ajudaria a construir um sistema mais robusto que desse ao país maior controle. Mas, se a Zâmbia não assinar, as autoridades alertam que Washington poderia cortar toda a ajuda para o combate ao HIV, uma situação que, segundo autoridades de saúde locais, seria desastrosa. O que está acontecendo em Mpongwe agora é um eco sombrio de uma época que a maioria dos enfermeiros e médicos daqui não tem idade suficiente para se lembrar. Três décadas atrás, os hospitais na Zâmbia estavam lotados de jovens, homens e mulheres, morrendo de forma agonizante, e a pandemia de HIV/AIDS havia sobrecarregado o sistema de saúde. A expectativa de vida havia caído para 37 anos. Em 2003, o governo do presidente George W. Bush lançou uma resposta humanitária histórica à pandemia — o Plano de Emergência do Presidente para o Alívio da AIDS, ou PEPFAR — e a Zâmbia era um dos países prioritários. Naquela época, um coquetel de medicamentos antirretrovirais que salvava vidas havia combatido a AIDS nos Estados Unidos e em outros países de alta renda, mas os medicamentos custavam dezenas de milhares de dólares e quase ninguém na África conseguia obtê-los. O PEPFAR mudou tudo isso. Centenas de milhares de pessoas passaram a ter acesso gratuito a esses medicamentos em versões genéricas e baratas. Os Estados Unidos construíram uma rede de laboratórios e clínicas que utilizou o melhor da inovação e tecnologia americanas. A taxa de novas infecções diminuiu de forma constante. A expectativa de vida na Zâmbia voltou a subir para 67 anos. Comum em ambientes de água doce: 'verme zumbi' de 24 mil anos é reanimado por cientistas e volta a se reproduzir em laboratório Então, no ano passado, como parte da reestruturação da ajuda externa, o governo Trump cortou o financiamento de programas de combate ao HIV, alegando que muitos desses programas eram um desperdício e um uso inadequado do dinheiro dos contribuintes. Primeiro, restaurou parte do financiamento e, em seguida, reteve outra parte. A Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID) prestava serviços do PEPFAR na metade norte da Zâmbia — a região com as maiores taxas de prevalência e transmissão do HIV no país — por meio de dezenas de organizações locais. Elas foram fechadas abruptamente. As principais autoridades da Zâmbia realizaram reuniões de emergência e enviaram uma diretiva aos escritórios provinciais de saúde: redistribuam todos os funcionários disponíveis para manter o fornecimento de medicamentos antirretrovirais. — Era como um estado de emergência militar — disse Suilanji Sivile, consultor técnico nacional do programa de HIV. Eles conseguiram: 2.885 centros de tratamento, a grande maioria, permaneceram abertos, afirmou. A maior parte dos medicamentos distribuídos foi comprada pelos Estados Unidos. Pacientes no ambulatório em Mpongwe, na região produtora de cobre do norte da Zâmbia Arlette Bashizi/The New York Times Hoje, o governo da Zâmbia afirma que a maioria dos 1,3 milhão de pessoas que estavam em tratamento contra o HIV em janeiro de 2025 ainda está recebendo seus medicamentos. (O Ministério da Saúde do país estima que 100 mil pessoas interromperam o tratamento durante a crise e que 40 mil delas ainda não foram reinseridas no tratamento.) Mas, como muitos serviços de prevenção foram cortados, as autoridades de saúde temem que as taxas de infecção estejam inevitavelmente aumentando. Os testes também foram reduzidos, então não há como saber ao certo a extensão ou a velocidade do aumento. Muitas novas infecções por HIV só serão detectadas quando as pessoas estiverem gravemente doentes e, nesse momento, já podem ter infectado outras pessoas. Lloyd Mulenga, que lidera o programa nacional de HIV da Zâmbia, reuniu-se com seus colegas no início de 2025 e realizou o doloroso exercício de decidir quais serviços seriam cortados. Um ano depois, o impacto de todos esses cortes é visível nas enfermarias dos hospitais e nas clínicas de HIV na região do cinturão de cobre. Em Ipusukilo, uma comunidade humilde nos arredores da cidade mineradora de Kitwe, uma paciente de 25 anos chamada Precious Mulenga foi à clínica de HIV para buscar medicação em fevereiro. Ao chegar, descobriu que a clínica — cuja equipe de 11 pessoas havia sido reduzida a apenas uma devido a cortes no financiamento — havia perdido o registro dos resultados de um exame de sangue que ela fizera em julho. Os resultados eram alarmantes: sua carga viral estava alta. Mas não havia mais agentes comunitários de saúde para localizá-la, informá-la e ajudá-la a tomar a medicação correta para controlar a infecção. Carnes: secá-las antes de cozinhar é essencial para garantir sabor e textura, dizem especialistas Quando Mulenga soube dos resultados sete meses depois, estava grávida. O bebê que esperava havia sido exposto ao vírus por meses. Ela fez o teste novamente e, em março, voltou para receber os novos resultados. Sentou-se, balançando os pés de ansiedade, no consultório de Ireen Lubwesha, a médica que administrou a clínica sozinha durante boa parte do ano anterior. Lubwesha leu o prontuário de Mulenga, levantou os óculos e esfregou a ponte do nariz. Ali estava mais uma criança enfrentando uma possível infecção para o resto da vida, e isso poderia ter sido evitado. Apesar de anos de discussões e milhões de dólares gastos em "localização" — transferindo a responsabilidade pela gestão dos serviços do PEPFAR para os governos dos países — as interrupções do último ano deixaram claro o quão pouco o governo zambiano assumiu o controle nas últimas duas décadas. Houve mais novas infecções, mais sofrimento e mais mortes, reconheceu Mulenga. Mas a Zâmbia está em processo de assumir total responsabilidade por seu programa de HIV e, quando isso acontecer, o país estará mais forte, afirmou. Ela espera que um grande esforço para distribuir medicamentos de prevenção do HIV — especialmente o novo lenacapavir injetável, que oferece proteção contra o vírus por seis meses após cada aplicação — possa compensar as estratégias que foram interrompidas e renovar o esforço para acabar com a epidemia. Os Estados Unidos continuam, por enquanto, a financiar uma parte reduzida, mas ainda significativa, dos cuidados com o HIV no país, através de um financiamento-ponte destinado a manter o programa enquanto um novo modelo de ajuda é implementado. O Departamento de Estado está negociando novos acordos de financiamento para assistência à saúde com países que antes recebiam apoio da USAID. Esses acordos vêm com condições, e a da Zâmbia tem se mostrado particularmente complexa, pois o Departamento de Estado condicionou o apoio ao programa de HIV ao acesso aos recursos minerais do país. Ovos mexidos mais cremosos: manteiga, e não azeite, é o segredo, dizem chefs O departamento alertou a Zâmbia que, se nenhum acordo for assinado até 30 de abril, todo o apoio dos EUA será encerrado. A Zâmbia ainda conta com o apoio do Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária, mas esse fundo também depende muito dos Estados Unidos e está reduzindo seu orçamento. Sem um acordo, a Zâmbia terá que assumir a compra e o transporte de medicamentos antirretrovirais, reagentes químicos para laboratório e testes de HIV por conta própria; o país está totalmente despreparado para isso. — Se os estoques que temos forem os últimos que receberemos, o que faremos? Penso nisso o tempo todo. Será a morte — afirmou Lubwesha.
dlvr.it
April 27, 2026 at 2:25 PM
#HIV “AIDS Creeps Back in Parts of Zambia, a Year After U.S. Cuts to H.I.V. Assistance
A once-robust H.I.V. treatment and prevention system, credited with saving hundreds of thousands of lives, has begun to crumble. Saulo Kasekela died of AIDS on March 7, in a small town called Mpongwe..” NYT
April 25, 2026 at 5:58 PM
The Mpongwe people of Gabon for example suffered a huge population loss following an outbreak of Syphilis and smallpox, introduced by European slave traders. www.fairplanet.org/dossier/beyo... #ReparationsNow #Reparations #Africa #Europe
The impact of slavery on modern Africa | FairPlanet
More than 400 years since over 12 million men and women were forcibly removed from their native land in Africa along treacherous routes and delivered as slaves in Americas and Europe, the impact of th...
www.fairplanet.org
July 2, 2026 at 11:08 AM
Some of the maritime societies of this region such as the Mpongwe of Gabon constructed large sailboats which were so well built that they “would land them, under favorable circumstances, in South America” according to a 19th-century visitor.
www.africanhistoryextra.com/p/navigable-...
Navigable waterways in African history
Pre-colonial African coastal societies had extensive experience with seaborne navigation, which opened up connections between the continent and the rest of the Old World.
www.africanhistoryextra.com
June 4, 2025 at 12:17 PM
Some of the maritime societies of this region such as the Mpongwe of Gabon constructed large sailboats which were so well built that they “would land them, under favorable circumstances, in South America” according to a 19th-century visitor.
www.africanhistoryextra.com/p/navigable-...
Navigable waterways in African history
Pre-colonial African coastal societies had extensive experience with seaborne navigation, which opened up connections between the continent and the rest of the Old World.
www.africanhistoryextra.com
May 11, 2025 at 2:11 PM
Todd Blanche denounced criticism of his "wonderful President." President Bonespurs started a war that is imperiling the world economy, is destroying the United States' Alliance system, etc, & is also responsible for thousands of deaths in Africa. www.lawyersgunsmoneyblog.com/2026/04/the-...
The Tao of Trump - Lawyers, Guns & Money
What’s thousands of dead Africans? Nothing if those shithole countries don’t give Trump Inc their minerals: Saulo Kasekela died of AIDS on March 7, in a small town called Mpongwe in the copper belt of...
www.lawyersgunsmoneyblog.com
April 27, 2026 at 10:20 PM
These are the people the white house, media/sycophants' were openly crying about last night...

digbysblog.net/2026/04/26/e...
Extorting The Resources - Digby's Hullabaloo
Read all the way to the end of this excerpt and then get ready to throw something: Saulo Kasekela died of AIDS on March 7, in a small town called Mpongwe in the copper belt of northern Zambia. He was ...
digbysblog.net
April 26, 2026 at 6:56 PM
"What is happening in Mpongwe now is a grim echo of a time that most of the nurses and clinicians here are not old enough to remember. Three decades ago, hospitals in Zambia were packed with young men and women dying agonizing deaths, and the H.I.V./AIDS pandemic had overwhelmed the health system."
AIDS Creeps Back in Parts of Zambia, a Year After U.S. Cuts to H.I.V. Assistance
www.nytimes.com
May 1, 2026 at 6:42 PM